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Tudo sobre o mundo do vinho!

sábado, janeiro 21, 2017

Obra ainda com cheiro de vinho, criada pela Arianna Greco - O Vinho e a Pintura - Pintura com vinho.


Título: "La mente è la più grande delle trappole" (a mente é a maior das armadilhas) - Pintada com Primitivo di Manduria



sexta-feira, janeiro 20, 2017

Para François Moutard, nem as variedades antigas enfrentam o aquecimento global.





Diferente de Benoit Tarlant e Thierry Laherte, François Moutard diz que as variedades antigas não oferecem tanta acidez e que isso não é suficiente para enfrentar o aquecimento global.
Obviamente, todos analisam seus vinhos e sabem a acidez real e a acidez que se percebe na boca.
Portanto não existe dúvida que os 3 estejam certos.
O terroir pode fazer as uvas mais ou menos ácidas de um terroir para outro.
François Moutard é o que tem maior superficie Plantada das variedades antigas e foi um dos pioneiros no reaparecimento delas.
Ele fala sobre tudo isso.
Vamos ver!


quinta-feira, janeiro 19, 2017

Nos anos 70 a família Moutard se negou a arrancar vinhedos de Arbanne na Champagne.





A família Moutard foi pioneira na volta do uso das variedades antigas na Champagne.
eles têm os vinhedos mais antigos da variedade Arbanne, mas nos anos 70, elas poderiam ter sido arrancadas, se aceitassem o "pedido" da Appellation.


quarta-feira, janeiro 18, 2017

A Champagne Moutard tem vinhas velhas de Arbanne e aumenta a superficie com as variedades esquecidas.






Na cave onde se produz a cuvée des 6 cépages, com 6 das 7 variedades autorizadas da Champagne, o Alexandre Moutard me contou a história das vinhas velhas de Arbanne e falou que eram de uma época em que se plantava Gamay e Chasselas na região.


terça-feira, janeiro 17, 2017

A Champagne Moutard apostou primeiro nas uvas raras da Champagne. E continua plantando mais.




Para encerrar a série pela França, alguns episódios na Moutard, que foi a primeira a apostar nas variedades esquecidas da Champagne.
É a que tem maior superficie plantada com essas variedades.
No episódio de hoje, visito um lote recém plantado de Arbanne.
As 7 variedades da champagne, aos poucos, estão saindo do esquecimento.
Vale uma volta nos vinhedos novos com Benoit Moutard.

segunda-feira, janeiro 16, 2017

Alice Hartmann Crémant Brut - Luxemburgo





Os vinhedos ficam em Koeppchen, na divisa com a Alemanha, bem ao lado do Rio Mosel
50% Chardonnay, 40% Riesling e 10% Pinot Noir.
Elaborado pelo método tradicional.
O domaine tem vinhas velhas (75 anos) de Riesling.
O Chardonnay e a Pinot Noir descansam em barrica por 10 meses enquanto o Riesling de vinhas velhas fica em cuba de inox.
O vinho todo passa 1 ano em contato com a leveduras.





Cor palha indo para o dourado.
Perlage fina, cremosa, barulhenta.
Nota mineral (pedra de isqueiro), avelã, notas de panificação (sonho de doce de leite), complexo.
Na boca tem excelente cremosidade, boa acidez (média+), sabor intenso, final persistente, sabor repete as sensações sentidas no nariz.
Excelente espumante.
Custa cerca de 30 euros em Luxembrugo.
Nota: 93

André Drappier enfrentou o pós-guerra com a ajuda de um português. Entrevistra exclusiva!




Numa conversa deliciosa com o André Drappier, fiquei sabendo como foi começar do zero no pós-guerra.
André fala de um amigo português que o ajudou nessa época mais difícil de seus 90 anos bem vividos.
Assista:


domingo, janeiro 15, 2017

Bilionário, dono do clube Arsenal, foi às compras na Borgonha.





O americano Santley Kroenke, presidente do clube de futebol, Arsenal, da Inglaterra, gastou uma fortuna, em 11 hectares de Grand Cru.
Ele comprou o Domaine Bonneau du Martray, na colina de Corton.
O valor exato é segredo contratual, mas na região se fala em 100 milhões de Euros.
Um porta voz da família, que era dona do domaine nos últimos 200 anos, disse que esse valor é uma especulação fora da realidade.
Mesmo assim, o valor não deve estar longe disso, pois os 11 hectares estão entre os mais valiosos do planeta.
O americano Stanley Kroenke, tem 69 anos, é dono de diversos clubes esportivos nos Estados Unidos e de vinícolas na Califórnia, entre elas a Screaming Eagle, do Napa Valley.
A fortuna dele está avaliada em 7 bilhões e 700 milhões de dólares, segundo a Forbes.
A família Le Bault de la Morinière, vai continuar com 20% da empresa.


sexta-feira, janeiro 13, 2017

A Drappier tem uma cave subterrânea de 1152 e as 7 uvas da Champagne.







Visitei a cave subterrânea da Drappier, construída em 1152.
Lá o Michel contou o segredo de uma nova cuvée e me mostrou que a sétima variedade que faltava deve entrar em uma nova cuvée em breve.
Vale a pena assistir.



quinta-feira, janeiro 12, 2017

Michel Drappier teve de convencer o pai para plantar Arbanne e Petit Meslier, no coração da Champagne.






Michel Drappier fez o contrário do que o pai fazia no passado.
O pai arrancava os vinhedos de Arbanne e ele resolveu replantar.
Um choque de gerações que terminou na produção da cuvée Quattuor, uma "champa" rara e maravilhosa.
Visitei com ele os vinhedos da Arbanne e da Petit Meslier.


quarta-feira, janeiro 11, 2017

O Michel Drappier mantém o patrimônio das variedades da Champagne com Arbanne, Blanc Vrai e Petit Meslier





A entrevista com o Michel Drappier é um show, mostra porque as variedades antigas da Champagne precisam ser preservadas, o que elas trazem aos vinhos e a característica das 3 uvas usadas por ele na rara e fantástica Cuvée Quattuor: Arbanne, Petit Meslier e Blanc Vrai.


terça-feira, janeiro 10, 2017

Na busca pelas 7 uvas da Champagne visitei a cave da Tarlant e o BAM!





Inovador, ousado e inquieto, Benoit Tarlant usa ânforas de Sílex, e seleciona leveduras dos próprios vinhedos.
Elabora rótulos disputados e caros.
O BAM! é um corte de Pinot Blanc, Arbanne e Petit Meslier.
Hora de conhcer a vinícola. Assista a reportagem!


segunda-feira, janeiro 09, 2017

Benoit Tarlant mostra os vinhedos das variedades raras da Champagne.






Benoit me mostrou as variedades antigas da Champagne, que não deveriam e não devem ser esquecidas.
Como ele mesmo diz, as coisas estão melhorando, o aquecimento global, pode obrigar os produtores a encontrar variedades que oferecem mais acidez aos vinhos e isso é exatamente o que oferecem as antigas Petit Meslier e Arbanne.
É a natureza dando uma lição e trazendo de volta a tradição.
A tradição de produção de Champagnes da família Tarlant, começou em 1687.
Vamos aos vinhedos.


sexta-feira, janeiro 06, 2017

Benoit Tarlant mostra no mapa onde se escondem as 7 uvas da Champagne








Benoit Tarlant é uma unanimidade na Champagne.
Desses caras que quando fala todo mundo presta atenção.
Tudo isso por causa da qualidade de seus champagnes e a facilidade em tomar decisões.
A cuvée BAM (Blanc Vrair, Arbanne e Petit Meslier) está sempre entre as melhores (e raras), custa na faixa de 100 a garrafa euros na própria vinícola.
Benoit que decidiu voltar a elaborar vinhos com as variedades antigas, que eram usadas no tempo de seu bisavô.
Comprou essa briga e venceu.
A própria menção das 4 variedades antigas na legislação da AOC ganhou letras maiores.
As variedades estão presentes em produtores como Drappier (em breve aqui no blog), Moutard (em breve aqui no blog, Laherte (mostrada aqui), Aubry, Tarlant, entre outras.



quinta-feira, janeiro 05, 2017

Papo biodinâmico com o cara, que aos 20 anos converteu os vinhedos da família em agricultura biodinâmica, na Champagne.




Imagina um cara que aos 20 anos perde o pai e tem carta branca da mãe para mudar o que era feito em 5 gerações. Jean-Philippe assumiu a viticultura e a enologia da propriedade Waris-Larmandier, em Champagne e foi logo convertendo todos os vinhedos para agricultura biodinâmica.
Hoje ele é chamado por outros produtores para consultorias e já é considerado uma referência em agricultura biodinâmica na região.
Conversei sobre o assunto com ele.



quarta-feira, janeiro 04, 2017

As 20 anos, Jean-Philippe mudou 6 gerações de vinhedos. É o mais biodinâmico da Champagne.





Imagina um jovem de 20 anos que perde o pai, tem a propriedade da família nas mãos, 6 gerações nas costas e uma decisão: Converter todos os vinhedos em biodinâmicos.
A mãe apoiou.
É a história recente da Champagne Waris Larmandier.
Jean-Philippe também tem um pouco das variedades esquecidas.









terça-feira, janeiro 03, 2017

No último dia com o Thierry Laherte, conheci a parcela da Fromenteau.





A Fromenteau seria a Beurot (da Borgonha) e como o Thierry Laherte vai dizer na reportagem, um tipo de Pinot Gris.
Realmente tem diferenças da Pinot Gris e nesse mundo de variedades, tem ainda a Fromentot, que é sinonimo da Roussanne na divisa da França com a Suíça.
Antes de seguir em busca das variedades esquecidas, visitamos a parcela da Fromenteau e Thierry me contou porque resolveu plantar as 7 variedades.


segunda-feira, janeiro 02, 2017

Biodinâmico, com 7 variedades, com "solera", com giropallet. A Champagne moderna do Laherte et Frères.




Existem produtores que fazem vinhos excelentes sem criar nada, sem tentar nada.
Outros fazem tudo diferente, e vinhos extraordinários.
As 7 variedades do "Les 7" representam só uma parte da filosofia de produção.
O Thierry mostra os outros detalhes que fazem a diferença.

sexta-feira, dezembro 30, 2016

A Champagne de 7 uvas da Laherte e Frères, é à prova de Aquecimento global.




O Thierry Laherte, explica porque as 7 variedades são importantes e como elas são capazes de enfrentar o aquecimento global.

quinta-feira, dezembro 29, 2016

O biodinâmico Laherte et Frères, usa as 7 variedades autorizadas da Champagne. Última região do Tour de France.




Depois de passar por Alsace, Bourgogne, Rhône, Languedoc, Sudoeste da França, Bordeaux e Loire, cheguei na Champagne.
Em busca das variedades raras, autorizadas e usadas com sabedoria e respeito à tradição.
A Champagne Laherte et Frères, em Chavot, é a primeira parada em busca das variedades esquecidas.
Vale a pena assistir:


quarta-feira, dezembro 28, 2016

Na última parte no Loire, mostro um clip com imagens (aéreas inclusive) entre Saumur e Chinon.





O Loire é conhecido como Vale dos Reis.
Cheio de castelos, vinhedos, casas dentro de cavernas (trogloditas) e o rio.
O Loire é um dos rios mais lindos do mundo.
O clip com imagens aéreas e terrestres, só deixa de fora os subterrâneos, que quem acompanhou a série, já viu o suficiente.


terça-feira, dezembro 27, 2016

Na cave subterrânea da Louis de Grenelle, o assunto é Crémant de Loire.











Quem não quer se aprofundar no assunto deve ficar meio perdido com os nomes, espumante, cava, prosecco, champagne, crémant...
Todos são vinhos com borbulhas.
Desde 1859, a Louis de Grenelle produz os Crémant de Loire.
Na visita a mais uma cave subterrânea gigantesca, as informações sobre a produção dos Crémants são precisas.



segunda-feira, dezembro 26, 2016

Imagina uma cave subterrânea de 6 hectares e 140 metros de profundidade. É o Château de Varrains, no Loire.






Em mais um dia no Loire, visitei o Château de Verrains, em Saumur Champigny.
Terra da Cabernet Franc.
E das caves subterrâneas inacreditáveis, como a que você vai ver agora.
Desci 140 metros e conheci uma parte dos 6 hectares, divididos em 3 andares de caves.


sexta-feira, dezembro 23, 2016

A cave subterrânea do Domaine Le Pas Saint Martin é puro misticismo





Imagina uma cave subterrânea onde eram rezadas missas secretas, onde não se sabe o fim das galerias e onde descansam vinhos maravilhosos...
Mais uma do Loire.



quinta-feira, dezembro 22, 2016

Francesa Piper Heidsieck assume o controle do Brunello Biondi Santi





O grupo familiar francês EPI, dono da Champagne Piper Heidsieck e Charles Heidsieck, anunciou a compra do super conhecido produtor de Brunello di Montalcino, Biondi Santi.
O presidente do grupo EPI, Christopher Descours, de 42 anos, e Jacopo Biondi Santi, de 67, negociaram a transação por 6 meses.
Biondi Santi é super tradicional, com uma história que vem do século 16.
É reconhecido como inventor do mono varietal toscano, com a criação do Brunello di Montalcino.
A garrafa do Brunello Riserva do Biondi Santi (produzida apenas em anos especiais) pode custar até 4000 euros.
A boa notícia é que a família Biondi Santi segue na operação e o vinho deve seguir exatamente como sempre foi (fantástico).
O grupo EPI é o sócio majoritário, também é dono do Remy Cointreau, do grupo de roupa infantil Bonpoint, o grupo de calçados JM Werston, camisas Alain Figaret, e outros tantos negócios.
O valor da transação não foi divulgado, mas o grupo EPI garante que a ideia principal é reforçar a imagem do Brunello di Montalcino no mundo.


Os vinhedos orgânicos de Laurent Charrier, no Loire.




Saí do Château d'Éternes e fui direto para o Le Pas Saint Martin, ver os vinhedos maravilhosos e conhecer o Laurent Charrier.
Filosofia orgânica, ainda em Saumur, mas na divisa com a AOC Anjou.
Na reportagem você vai conhecer o solo de Sílex, que faz a diferença nos vinhos.


quarta-feira, dezembro 21, 2016

Nenhuma cave subterrânea do Loire é igual a do Château d'Éternes. Veja porque.




As caves subterrâneas do Loire são tão grandes, que muitas vezes os proprietários fecham paredes por não saber até onde chegam as galerias.
No Château d'Éternes, as caves guardam obras de arte.


terça-feira, dezembro 20, 2016

O Château d'Éternes do Loire é cercado de vinhedos e histórias. Quem conta é o dono.




Antes de mostrar as caves subetrrâneas, recheada de obras de arte, conversei com o dono do Château d'Éternes (AOC Saumur), Robert Marteling.


segunda-feira, dezembro 19, 2016

Nesse verdadeiro Tour de France, cheguei ao Loire.







Nessa produção que teve até imagens aéreas comigo pilotando o avião, visitei o maravilhoso Château d'Éternes. Um castelo lindo, cercado de histórias e vinhedos.
Essa é a primeira parte:


domingo, dezembro 18, 2016

 
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