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Tudo sobre o mundo do vinho!

quarta-feira, agosto 16, 2017

Bilionário, dono da La Roche, compra vinícola na Borgonha.






O Domaine Jayer Gilles, que fica em Magny-lès-Villers, bem ao lado de Ladoix-Serrigny e Aloxe Corton, não resistiu ao ataque do milionário André Hoffmann e vendeu sua propriedade com cerca de 10 hectares de vinhedos (isso para a Borgonha é um ótimo tamanho).
Gilles Jayer-Gilles estava no comando da propriedade desde 1982 e passará o bastão para dois jovens vinhateiros: Julien Gros, do Domaine Christian Gros, que trabalhou no Château de Beaucastel (Rhône) e no Miraval, (Provence); e Alexandre Vernet, dos Domaines Gilbert et Philippe Germain (Pommard - Borgonha) e Manuel Olive (Loire).
O comprador está na décima quinta posição na lista das famílias mais ricas da Europa.
Com uma fortuna de 23 bilhões de euros, a família Hoffmann controla o laboratório farmacêutico Hoffmann-La-Roche.
A boa notícia é que André Hoffmann é um ecologista, amante da natureza e especialista em pássaros selvagens. Ele é também, vice-presidente da WWF (fundo mundial para a natureza).
Com a compra, ele pretende ajudar a conservar a natureza da Borgonha e seguir engarrafando vinhos das AOCs (Appellation d'Origine Controlée - Denominação de Origem Controlada) em Nuits-Saint-Georges Les Hauts Poirêts, Nuits-Saint-Georges Première Cru Les Damodes e Grand Cru Echezeaux.

terça-feira, agosto 15, 2017

Empresa francesa vende rolhas de cortiça livres de TCA (bouchonné)






Essa rolha que mais parece as rolhas simples e baratas feitas com cortiça aglomerada não é o que parece.
É uma rolha Diam, elaborada com o método chamado diamante, que elimina o risco de encontrar uma rolha com defeito que passe aromas indesejáveis ao vinho.
A empresa já existe há mais de 10 anos e já conquistou uma fatia importante do mercado.
Além de usar a cortiça, que ecologicamente é corretíssima, a empresa ainda eliminou o risco de TCA na rolha.
Toda a rolha produzida pela empresa vem com o nome diam gravado, o que garante que o produto não é o aglomerado comum.
Existem rolhas diam para vinhos de consumo mais rápido e rolhas mais altas, para vinhos de guarda.
A empresa espera liderar o mercado em mais 10 anos.
Hoje a Diam tem cerca de 1000 clientes e já é responsável por 27% do mercado francês, 21% do Italiano e 16% do mercado dos Estados Unidos.
Produtores de 55 países já utilizam a rolha livre do TCA (Trichloroanisol, substância que provoca o Bouchonné, que estraga o vinho).
Veja um dos vídeos da empresa que produz as rolhas.



segunda-feira, agosto 14, 2017

Turismo no Chile - Valle Nevado





O Chile é um país fantástico.Além do enoturismo, que cresce a cada dia, com vinícolas que oferecem hotéis e restaurantes, o país tem uma diversidade de destinos turísticos impressionante.
O deserto do Atacama, a moderna Santiago e as estações de esqui.
Gostei bastante de Valle Nevado.
Veja o vídeo:



sexta-feira, agosto 11, 2017

O barato do dia! Concha y Toro Reservado Carménère 2015 - Valle Central - Chile






Provei o vinho às cegas, e confesso que tenho antipatia pelo nome Reservado que não significa nada em termos de classificação de qualidade e induz o iniciante a comprar o vinho imaginando que esse termo dá alguma garantia de qualidade ao vinho. Não dá.
Mas o vinho às cegas surpreende pela relação preço qualidade.
Eu sempre acredito que para se comprar um vinho barato é melhor procurar um vinho barato de um grande produtor. ele tem mais uvas, uma equipe de enólogos que pode cuidar de cada rótulo de forma individual e a chance de encontrar algum defeito é muito menor.
E o vinho é isso. Sem defeitos e com algumas qualidades.
É elaborado com uvas do Valle Central (Chile).
No nariz tem boa intensidade aromática, com notas de frutas vermelhas e pimentão verde.
O toque vegetal é uma característica da Carménère e eu também não acho que deve ser escondido, deve ser controlado. E assim é neste vinho.
Na boca tem os taninos macios, boa acidez, nenhuma sensação desagradável de álcool ou de amargor e um sabor que mistura frutas vermelhas e um toque floral.
A persistência é boa entre média e média+.
Vinho jovem para abrir agora. A não ser que o tempo dê outra surpresa como o vinho às cegas me deu.
Nota: 89
Preço: entre 25 e 30 reais (incrível).
Só pra repetir.
Como diria o Tadeu Schimidt, sabe o que significa o termo reservado? Nada.

quinta-feira, agosto 10, 2017

A uva rara César apareceu no evento do Wines of Chile







É legal quando uma variedade esquecida, que não se desenvolveu nem no seu país de origem, aparece no novo mundo.
A César, também chamada de Romain, é uma variedade da Borgonha, mais precisamente de Irancy (Yonne), onde aparece principalmente em cortes com a Pinot Noir.
Cortes que muitas vezes já estão nas parcelas, e o viticultor apenas colhe e vinifica junto com a Pinot seguindo o que as gerações anteriores faziam.
O nome da uva vem do nome do imperador romano, já que a variedade apareceu na borgonha, durante o domínio romano na Gália (nome romano do território francês).



Nos dias de hoje, alguns produtores de Saint-Bris-le-Vineux também produzem vinhos com a César sob a AOC Bourgogne Côte d'Auxerre.
É uma variedade rústica, com taninos duros e difícil como varietal.



O Sucesor Romano 2015, vinho apresentado no Wines of Chile, ontem em São Paulo, tinha boa intensidade aromática no nariz, tinha boa fruta também na boca, acidez correta, os taninos duros e rústicos, o que não impede que o vinho seja bem harmonizado com uma carne vermelha mais gordurosa.
A gordura e o tanino se dão muito bem.
Tinha boa persistência e acredito que possa envelhecer bem e evoluir pelos próximos 5 anos.
Tem 15% de Carignan no corte.
Vale lembrar que a Cepa País (Listan Prieto), que no início era bastante criticada, hoje dá bons vinhos.
Em análises de DNA, chegou-se a conclusão de que a César é um cruzamento natural da Pinot Noir e da Argant (também rara).
Interessante é saber como essa variedade chegou ao Chile.
O Felipe Ortiz, que vinificou o primeiro César (Romano) varietal do Chile, me falou sobre o desenvolvimento da variedade no país.



quarta-feira, agosto 09, 2017

Uma volta pelo centro de Madrid e os tapas do Mercado San Miguel





Madrid é sempre uma festa.
Andar pela Puerta del Sol, onde desde 1950 está o marco zero da cidade, é certeza de movimento.
Muita gente nas ruas e muitas atrações.
O Mercado San Miguel tem uma infinidade de tapas que podem muito bem se transformar num almoço farto e variado.
Veja o vídeo:


terça-feira, agosto 08, 2017

Quem pretende fazer enoturismo em Alentejo deve passar por Évora.





Évora é daquelas cidades que reúne paisagens maravilhosas, monumentos históricos de tirar o fôlego, gastronomia impecável e vinhos excelentes.
Veja o vídeo com algumas imagens.



segunda-feira, agosto 07, 2017

A rota dos vinhos do Alentejo tem um show room com degustação de vinhos em Évora.






Tem informações sobre os solos, sub-regiões, variedades e até degustação de vinhos. Tudo de graça.
Segue o endereço para quem for para Évora: Praça Joaquim António de Aguiar 20, Évora, Portugal.
Veja a reportagem:



sexta-feira, agosto 04, 2017

Direto da Estremadura, o pessoal da Nico y Jimenez mostra como se corta um jamon pata negra de bellota.





O bellota é o porco que se alimenta apenas do fruto do sobreiro (árvore de onde se retira a cortiça) ou o fruto da azinheira, que é uma espécie de castanha, muito parecida com o avelã.




Apesar de ser uma fruta muito gordurosa, ela estimula o colesterol bom do animal, por ser uma gordura vegetal saudável. Os porcos vivem soltos e podem comer até 12 quilos de bellota por dia.
A Estremadura (ou extremadura em espanhol) é o berço desses porcos e do Jamon Ibérico de Bellota, um tipo de presunto parma, feito com o pernil traseiro desses porcos.




O Nico y Jimenez é um campeão na arte do corte do jamon. Tem 3 recordes no Guinness Book e uma rede de lojas, obviamente de jamon.
Visitamos a Nico Y Jimenez para saber como se corta o jamon.
Veja a reportagem:



quinta-feira, agosto 03, 2017

Chinês pagou mais de 8 mil euros por uma dose de whisky Macallan de 1878






Vez ou outra aparece uma notícia com números absurdos envolvendo principalmente o vinho.
Dessa vez uma garrafa de Whisky Macallan 1878 é a estrela.
O chinês que estava de férias na estação de esqui de Saint-Moritz (não teve o nome divulgado, mas aparece na foto com o gerente do hotel), foi ao bar do Waldhaus Hotel e pagou 9 mil 999 francos suíços por uma dose do Macallan 1878.
O hotel é famoso por vender raridades. Tem na carta 2500 rótulos.
Esse whisky foi conservado 27 anos em barrica e engarrafado em 1905.
A garrafa foi aberta para o cliente e custava inteira 43 mil 670 euros.
O gerente do hotel, Sandro Bernasconi, acredita que precisa vender mais 3 ou 5 doses para pagar o valor da garrafa inteira.
A garrafa aberta perde valor e o whisky perde qualidade, mesmo assim, deve durar entre 5 a 10 anos.
Alguém se habilita a provar a próxima dose?


sexta-feira, julho 28, 2017

Château Troplong-Mondot vendido ara o Grupo Scor.






A família Valette-Pariente, passou o controle do Châtau Troplong-Mondot, Premier Grand Cru Classé B de Saint-Emilion para o Grupo Scor.
O Troplong-Mondot tem 33 hectares, sendo 29 de vinhedos, é uma das maiores propriedades de Saint-Emilion.
A produção do Château é de 100 mil garrafas por ano.
O Château tem ainda quartos de hotel e restaurante estrelado no guia Michelin. Tudo incluído na venda.
O valor da venda não foi divulgado.
O Château foi fundado no século 18 pela família Sèze, passou para a família Troplong no século 19 e em 1934 a familia Valette comprou a propriedade.
Nas mãos de Christine Valette-Pariente, o vinho da safra 1990, recebeu 98 pontos de Robert Parker.
Christine morreu em 2014.

quinta-feira, julho 27, 2017

O Barato do dia! - Salton Paradoxo Pinot Noir 2015 - Serra Gaúcha - Brasil






Imagina você encarando uma degustação às cegas, com Pinot's da Alemanha, da Borgonha, da Argentina, do Chile, do Uruguai...
Todos acima ou bem acima dos 50 reais.
Menos este.
Esse vinho de 35 reais, que passou um ano em barrica francesa, ficou em quinto lugar na avaliação da Confraria Dimenticaia, ontem no Clube Athletico Paulistano, em São Paulo.
E olha que só tinha gente experiente na prova.
Na minha avaliação pessoal, o vinho ficou em sétimo, o que é excelente entre vinhos mais caros e de regiões mais badaladas.
Vinho com a coloração típica da Pinot Noir, boa intensidade aromática, com notas de framboesa, morango e um toque de couro.
Na boca ele se saiu ainda melhor, com corpo médio, muito bom equilíbrio, taninos macios e ótima acidez.
Tem boa intensidade de sabor, com as notas sentidas no nariz se repetindo na boca.
Um vinho para beber agora, embora o envelhecimento seja sempre uma surpresa.
Boa persistência.
Nota; 88
Preço (Excelente): 35 reais.


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quarta-feira, julho 26, 2017

Os donos da Taylor vão investir pesado no World of Wine, um projeto que une turismo e cultura.






O grupo português The Fladgate Partnership, dono do Porto Taylor, entre outras coisas, vai investir cerca de 100 milhões de euros num projeto maravilhoso.



O World of Wine, promete ser uma verdadeira Disneylandia para o amante do vinho.
O espaço será dividido por temas: Wine Experience, Cork Experience, Porto Through the Ages, Fashion & Design Museum e The History of Drinking Vessels.





O espaço vai contar com a escola de vinho, 12 espaços de restaurantes, espaço de eventos, lojas... Enfim, uma verdadeira cidade do vinho.





Tudo isso numa área de 30 mil metros quadrados, num investimento de 100 milhões de euros.
A inauguração está prevista para junho de 2020 e espera inicialmente, contar com 560 mil visitantes por ano.





terça-feira, julho 25, 2017

Vallisto Malbec 2010 - Salta - Argentina








A Argentina não é só Mendoza e esse vinho é uma prova disso.
É um vinho elaborado pelo grande Marcelo Pelleriti junto com o Francisco Lavaque e o Hugh Ryman.
O vinho passou 1 ano em barricas de carvalho francês.
O vinho tem boa intensidade aromática, com uma fruta bem forte, um toque de geleia de amora, jaboticaba e ameixa seca e tâmara. Tem também um toque de tabaco.
Por alguns momentos lembra um pouco um Amarone.
A madeira está muito bem integrada.
Na boca seco, mas com uma sensação adocicada. É potente, encorpado, com os taninos granulados e sedosos.
Boa acidez, álcool comportado, mesmo tendo uma gradução acima dos 14 graus, intensidade de sabor e persistência.
O aroma fica na boca por um bom tempo.
O vinho está jovem.
Fica claro que é um vinho para envelhecer mais de 10 anos.
No final tem um toque de chocolate e de violeta.
Um super vinho!
A World Wine importou essa safra, no site aparece como produto indisponível.
Portanto, não sei o preço.
Nota: 91

segunda-feira, julho 24, 2017

Borgonha promete 4 cidades do vinho para 2019.






Os dirigentes da região da borgonha juram que o projeto é antigo, mas quem conhece a rivalidade entre Bordeaux e Borgonha sabe que a inauguração da Cité du Vin, em Bordeaux, no mínimo, apressou bastante o projeto bourguignon.
Talvez a diferença principal do projeto da Borgonha seja o foco mais preciso na região, enquanto a Cité du Vin em Bordeaux tem uma visão mais global da produção de vinho.
Na Borgonha não será uma Cité du Vin, serão 4.
3 estão no projeto do BIVB (Bureau Interprofessionnel des Vins de Bourgogne), que é o gabinete oficial que cuida dos interesses dos produtores da região.
Os 3 projetos serão divididos em 3 sedes: Beaune (côte-d'Or), Mâcon (Saône-et-Loire) e Chablis (Yonne).
A Cité de Macôn terá 1900 metros quadrados, com um investimento de 3,9 milhões de euros.
Em Chablis, a Cité ficará num antigo mosteiro ao custo de 2,2 milhões de euros.
Em Beaune a Cité terá um projeto urbanístico próprio, ocupando 15 hectares bem na saída da autoestrada A6.
Serão 3600 metros quadrados numa torre de 22 metros, numa operação de 10,5 milhões de euros.
No espaço terá uma loja, uma escola de formação superior, focada aos mercados de luxo, uma recepção capaz de receber 1200 pessoas, 2 restaurantes e um hotel 5 estrelas deve ser construído ao lado.






A quarta Cité (a do vídeo), não é ligada aos organizadores do BIVB, mas vai acolher a École des vins de Bourgogne, que é ligada ao BIVB e será dedicada também à gastronomia. Será a Cité de la Gastronomie et du Vin de Dijon, financiado pela prefeitura da cidade.
Serão 1700 metros quadrados com uma escola de cozinha, cinemas (2000 cadeiras), um hotel 4 estrelas com 125 quartos e um investimento total de 30 milhões de euros só na Cité.
É esperar e se programar para ver...

sexta-feira, julho 21, 2017

Santa Julia Reserva Cabernet Sauvignon 2014 - Mendoza - Argentina






Mendoza já começou há algum tempo a identificar o terroir exato onde as uvas foram produzidas, nesse caso, foi no Valle de Uco, talvez o mais badalado de todos.
É elaborado pela Zuccardi e leva o nome Julia, em homenagem a filha de José Alberto Zuccardi, o dono da vinícola.
No nariz o vinho tem boa intensidade aromática com notas de ameixa, cassis e um toque de pimenta.
O vinho passou 10 meses em barricas de carvalho francês, o que dá um leve toque de caramelo.
Na boca tem bom corpo (médio+), bom volume e os taninos com textura aveludada e acidez que traz frescor.
O sabor tem boa intensidade, trazendo de volta as notas sentidas no nariz, com um toque tostado interessante.
Tem boa persistência.
Bom pra tomar agora.
Nota: 89
Preço: 80/90 reais.
Relação qualidade preço: 5/5
Importadora: Ravin - www.ravin.com.br

quinta-feira, julho 20, 2017

O Barato do Dia - Aurora Reserva Tannat 2015 - Serra Gaúcha Brasil






Esse vinho na faixa dos 40 reais é com certeza uma boa opção entre os vinhos tintos do mercado.A variedade Tannat, que é uma uva do sudoeste da França que virou emblema dos vinhos uruguaios também se dá muito bem no Brasil.
Esse passou 10 meses em barricas de carvalho francês e americano.
No nariz tem boa intensidade aromática. Se sente um toque de madeira, mas sem atrapalhar as notas de cassis e um toque defumado.
Na boca é seco, tem bom corpo (médio+), volume, taninos macios (sempre um desafio fazer isso com a tânica tannat), tem boa acidez, bom equilíbrio, nada passando do ponto.
Final persistente.
Nota: 89
Preço: 45 reais.

quarta-feira, julho 19, 2017

Errazuriz Max Reserva Cabernet Suavignon 2015 - Vale do Aconcágua - Chile




Um ótimo Cabernet Sauvignon chileno com um preço que se não é barato, também não é exagerado.
É barato pela qualidade que apresenta.
No nariz tem intensidade aromática média, com notas frutadas (mirtilo, groselha, cassis) e um toque de chocolate e avelã.
Na boca é encorpado, tem os taninos (média intensidade) bem finos com uma textura granulada e agradável.
Tem boa acidez, é um vinho equilibrado, com o álcool comportado, sem se mostrar muito e sabor intenso.
As notas do nariz se repetem na boca, acompanhadas de um toque mineral.
É um vinho que ainda está jovem, deve evoluir muito bem pelos próximos 5, 10 anos.
Passou 12 meses em barricas de carvalho francês (sendo 25% barricas novas).
É persistente, o aroma fica na boca por um bom tempo.
Nota: 92
Preço: 129 reais.
Importadora: www.grandcru.com.br

terça-feira, julho 18, 2017

3 novas AOCs nas C'ôte-du-Rhône






A Côtes-du-Rhône é a segunda região francesa em superfícies de produção demarcadas como Appellations d'Origine Controlée (AOC).
As 3 novas AOCs foram reconhecidas em 2017, para a safra de 2016 e começam a chegar nos pontos de venda agora.
As novatas são: AOC Sainte-cécile, AOC Suze-la-russe e AOC Vaison-la-romaine, que serão as novas Côtes-du-Rhône Villages.
As 3 ficam na chamada Côtes-du-Rhône meridional, região onde predomina a variedade Grenache.
As novas AOCs possuem 11 cooperativas e cerca de 50 produtores individuais, numa superfície total de 480 hectares ocupando 14 comunas.

sexta-feira, julho 14, 2017

Aurora Procedências Brut Pinot Noir - Espumante - Tuyuty - Serra Gaúcha - Brasil




Esse é um dos espumantes que valem muito a pena pela relação qualidade/preço.A Aurora teve um salto de qualidade bastante claro nas últimas safras.
Esse é um espumante que os franceses chamariam de Blanc de Noir.
Ou seja, se utilizam de uma uva tinta (a Pinot Noir) para fazer um espumante branco.
O método é o Charmat, que é a segunda fermentação em tanques de inox.
Tem borbulhas finas e barulhentas.
No nariz notas de morango, pão torrado e um toque cítrico.
Na boca tem boa mousse, é seco, equilibrado, fresco.
A cremosidade se destaca assim como a intensidade de sabor, mostrando complexidade e estrutura.
Consegue o frescor e a fruta ao mesmo tempo que mostra notas do contato do vinho com as leveduras.
Tem boa persistência (o sabor fica na boca por um bom tempo).
Nota: 90
Preço: 55 reais

quinta-feira, julho 13, 2017

Cabernet Franc Miras 2011 - Patagônia - Argentina





O Marcelo Miras é um desses caras badalados da enologia argentina.
Produz vinhos sem pesticidas, herbicidas, sem leveduras comercias (usa leveduras das próprias uvas) e produz poucas garrafas.
Poucas e boas.
Esse é um Cabernet Franc de respeito.
No nariz tem boa intensidade aromática, com as frutas negras saltando da taça, evoluindo para notas de chocolate, especiarias e tabaco.
Na boca é encorpado, untuoso e elegante.
Tem taninos macios, boa acidez e um equilíbrio perfeito.
Nada sobrando e nada faltando.
Um belo vinho, com boa intensidade de sabor com as notas de frutas negras e chocolate e uma boa persistência.
Passou 15 meses em barricas de carvalho francês e americano.
Está bom hoje e deve evoluir pelos próximos 5 anos.
Nota: 93




segunda-feira, julho 10, 2017

A história da Dona Ferreirinha do Douro







Não existe pessoa envolvida com o vinho do Douro que não conheça a história da Dona Antónia Ferreira, a Ferreirinha.


domingo, julho 09, 2017

O barato do dia - Pachon Reserva Pinot Noir - Valle Central - Chile





É um vinho na faixa dos 40 reais.
O produtor informa que as uvas estão plantadas em um solo de cinzas vulcânicas e terra arenosa.
O vinho passa 8 meses em barricas de carvalho francês e americano.
A cor é rubi transparente, bem típica da Pinot Noir.
No nariz o vinho tem boa intensidade aromática com notas de tuti fruti, framboesa, morango e tabaco.
Na boca é seco, corpo médio, não tem muitos taninos (médio), a textura é macia e a acidez é um pouco acima da média, dando frescor ao vinho.
Tem boa intensidade de sabor, mas sem complexidade.
Vinho simples, bem equilibrado, com persistência média e sem perspectiva de evolução. Bom para ser consumido agora.
Sugiro que seja servido por volta dos 15 graus.
Nota: 88 Pontos.
Preço: 35/40 reais (ou menos).
Distribuidor: www.unionbebidas.com.br

sexta-feira, julho 07, 2017

O visual incrível no final da visita na Quinta do Seixo.





O turista termina a visita saindo de uma sala escura diretamente para uma das vistas mais incríveis do Douro.



quinta-feira, julho 06, 2017

Na Quinta do Seixo os robôs pisam as uvas.






É cada dia mais comum no Douro, os vinhos do Porto Vintage, que muitas vezes são pisados por pessoas, serem produzidos com uvas esmagadas com robôs, que imitam os pés humanos.



quarta-feira, julho 05, 2017

Quinta do Seixo - Parte 5 - Garrafeira e dicas de temperatura e guarda





O turista que visita a Quinta do Seixo, além das informações sobre história, vinificação e fermentação, ainda recebe dicas sobre guarda e armazenamento dos vinhos.



terça-feira, julho 04, 2017

A região e o terroir do Douro.





Na visita turística da Quinta do Seixo, o visitante também aprende sobre o terroir do Douro.


segunda-feira, julho 03, 2017

Sabe o que é um Marco Pombalino? Na Quinta do Seixo tem um.






O turista que visita a Quinta do Seixo, tem uma visita guiada que mostra o Marco Pombalino e antigos equipamentos para vinificação.


sexta-feira, junho 30, 2017

Quinta do Seixo - Centro de Enoturismo





No centro de enoturismo da Quinta do Seixo, onde se produz o Porto Sandeman, se o turista chega no dia da colheita acompanha o processo de recepção, pisa, ou qualquer atividade real que acontecer no dia, sem teatro.
No trecho escolhido pra hoje, vamos saber sobre a recepção das uvas e alguns números da Sandeman.


quinta-feira, junho 29, 2017

Visitei a Quinta do Seixo, onde se produz o Porto Sandeman, no Douro





No meio da paisagem exuberante do Douro, está a Quinta do Seixo, onde se produz o Porto Sandeman.
Mostro hoje a primeira parte da reportagem.


 
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