22 de maio de 2013

Domaine Laroche Chablis 1er Cru “Les Vaillons Vieilles Vignes” 2009 - Por Evandro Silva


Gostaria de começar este post com uma pergunta: O que é um vinho inesquecível para você?
É aquele que você lembra com detalhes dos aromas e gosto? Ou aquele vinho que mesmo não lembrando de nada disso, você sabe que é bom?
Vinho é muito mais do que alguns Reais podem pagar!
Hoje vamos falar do Chablis 1er Cru do Domaine Laroche 2009, um vinho 100% Chardonnay, da região da Borgonha. Provei-o há muito tempo atrás, durante um jantar no restaurante  La Marie, do chef Edson Di Fonzo.
Acompanhando Ostras Gratinadas e Camarões à Veneza (camarões servidos dentro de um abacaxi), o vinho ficou perfeito! Não lembro muito de detalhes de olfato e paladar, mas estava espetacular. 
Seguramente, provei Chablis potencialmente melhores, mas este marcou. 
É muito saboroso, tanto pode acompanhar um prato como bebê-lo somente. É um vinho cheio de segundas intenções, você pode conversar, jantar, namorar e amar a noite inteira.
Que vinho!


Foto e texto: Evandro Silva, que escreve no blog  http://confraria2panas.com/

Domno no Encontro de Vinhos Campinas



A Domno, do grupo Valduga, produz excelentes espumantes e importa excelentes vinhos.

No Encontro de Vinhos São Paulo, colocou em segundo lugar, o Tinedo Cala nº2 - 2009.
E não foi a primeira vez.

No Encontro do Rio de Janeiro, colocou o Nexus, outro espanhol, de Ribera del Duero, também na segunda posição.
Agora é a nova chance de abocanhar o primeiro lugar e também de mostrar seus vinhos para o visitante de Campinas.
http://www.domno.com.br/

Dia 29 de Junho, das 14 às 22 horas, no Tenis Clube de Campinas, na rua Coronel Quirino, 1346 - Cambuí.
Ingressos mais baratos (50 reais) pelo site:  http://www.encontrodevinhos.com.br/venda-de-ingressos/
Ingressos no dia da feira: 60 reais.
Sócios da ABS: 30 reais (também à venda pelo site)

Tudo sobre as regiões francesas - Alsace - Parte 63 - AOC Alsace Riesling



Riesling se ambientou na Alsace no final do século 15.
Representa 3369 hectares da região, o que equivale a 22,9% de todos os vinhedos da Alsace.
A Riesling é a principal variedade dos Grand Crus alsacianos, que com cada variação de clima e solo, apresentam vinhos maravilhosos.
São na maior parte secos, mas podem ser elaborrados vinhos de colheita tardia ou o chamado Sélection de Grains Nobles da Alsacia.
Os aromas são delicados, cítricos, frutados, florais e especiados.
Com tempo de envelhecimento (esses vinhos envelhecem muito bem), aparecem notas mais complexas minerais e uma acidez bem característica.
São vinhos raçudos, de longa guarda.
Harmoniza com os embutidos da cozinha alsaciana, com os frutos do mar, carnes brancas e queijos de cabra.
No caso dos vinhos doces, combinam perfeitamente com uma torta de limão.

O Vinho e a Pintura - Amelia Fais Harnas - 15

Pintura com vinho

21 de maio de 2013

O primeiro cliente da família Frescobaldi foi o Rei da Inglaterra. Mas isso faz cerca de 700 anos...

Provei na semana passada 6 vinhos produzidos pela família Frescobaldi que mostram a qualidade de diversos vinhedos espalhados pela Toscana e também a regularidade de uma familia com uma história de 1000 anos.



O Albizzia Chardonnay 2011, é um vinho bem fresco, com notas cítricas, limão, abacaxi e maracujá.
Na boca é refrescante, tem corpo médio, elegância e um final médio/longo.
Custa 68 reais.



O Castello di Pomino Bianco 2011, é um Chardonnay com Pinot Bianco.
25% das uvas são fermentadas em barricas francesas e depois disso, uma pequena parte do vinho passa mais 3 meses em barricas.
No nariz tem notas florais, pêra e mel.
Na boca mostra mineralidade, elegância e um excelente equilíbrio.
O final é longo.
Custa 98 reais.



O Nipozzano Riseerva Chianti Rufina DOCG 2008 é um vinho com 90% de Sangiovese e 10% de outras uvas toscanas.
Passa 24 meses em barricas francesas.
No nariz as frutas negras aparecem mais, deixando pra madeira apenas aquele toque suave de baunilha, canela e leve cravo.
Na boca é encorpado, tem ótimo equilíbrio, notas de ervas aromáticas e um longo final.
Custa 128 reais.



O Lucente IGT 2008 é um grande vinho.
Produzido na vinícola Luce della Vite, num projeto dividido com Robert Mondavi.
Um corte de Merlot (50%), Sangiovese (35%), e Cabernet Sauvignon (15%).
Um Supertoscano!
No nariz as notas de cacau, chocolate, café e alcaçuz se misturam com as frutas negras e se revezam na predominância de uma forma interessante e quase única.
Na boca é encorpado e elegante.
Os taninos unem força e maciez.
O final é longo com notas de café.
Custa 198 reais.



O vinho que mais me impressionou foi o Lamaione IGT 2007.
Mais um Supertoscano que poderia encarar às cegas qualquer grande Merlot da margem direita de Bordeaux.
Merlot in Purezza (como se diz na Itália quando um vinho é 100% de uma variedade).
O vinho passou 2 anos em barricas francesas.
No nariz é elegante, sem excesso e sem falta de nada.
Chocolate, ameixa, amora, tabaco, chá preto...
Uma festa!
Na boca é encorpado, tem os taninos aveludados, boa acidez, final longo com notas de alcaçuz.
Um super vinho que custa 428 reais.



O Castelgiocondo Brunello di Montalcino 2007 encerrou a degustação.
100% Brunello (Sangiovese Grosso) como manda a legislação.
No nariz tem notas de pimenta negra, mirtilo, violeta e couro.
Na boca é encorpado e equilibrado. Tem os taninos finos e um final bastante longo.
Custa 398 reais.

Conversei com um legítimo Frescobaldi, da 30ª geração.
Stefano Benini.
Ele contou brevemente a história da família:





Os vinhos Frescobaldi são importados com exclusividade pela Ravin - www.ravin.com.br

Tudo sobre as regiões francesas - Alsace - Parte 62 - AOC Alsace Sylvaner



A variedade Sylvaner é originária da Áustria e está em diversos países do leste europeu, na Austrália, Califórnia e em outros países também.
Na França ela só existe na Alsace.
Representa 12,4% dos vinhedos, o equivalente a 1824 hectares, que ficam principalmente nas regiões mais baixas e de solos mais ricos.
Os vinhos são normalmente leves, francos, agradáveis, frescos e frutados.
Os aromas são cítricos, flores brancas e ervas, tanto no nariz como na boca.
Na harmonização, a Sylvaner acompanha perfeitamente os frutos do mar (ostras, mariscos...) e também peixes e embutidos.
É um vinho refrescante e delicado, que serve como aperitivo principalmente nos dias de calor.

O Vinho e a Pintura - Amelia Fais Harnas - 14

Pintura com vinho

20 de maio de 2013

Jane Prado dá a dica de uma Champanharia em Porto Alegre


Tem lugares que a gente vai que são perfeitos!

Perfeitos porque servem comida de qualidade, num ambiente agradável, com um leque de opções de bebidinhas para acompanhar! 

Só que, hoje em dia, isso não chega a ser um diferencial, afinal, ser bem atendido e servir coisas boas é obrigação.

O diferencial está no carinho deste atendimento!
Semana passada fui pra casa, na passada por Porto Alegre aproveitei para conhecer a Champanharia Amêndoa, um lugar especial, novinho em folha, com apenas 2 meses de funcionamento.
Algumas coisas me chamaram a atenção: a primeira foi o fato de que a proprietária, Fernanda Matias, passa de mesa em mesa conversando com os clientes,


a segunda, foi a apresentação e sabor dos pratos.

Não fomos jantar, pois eu havia comido no aeroporto mais cedo. Para passar o tempo, acabamos pedindo uns petiscos para harmonizar com o Rosé Brut da Pericó, que também foi uma excelente escolha.
Enfim, logo que o prato chegou, fiquei encantada com a apresentação, ao comer minha surpresa foi ainda maior: pão caseiro, novinho, feito na própria cozinha do bar.
Isso sim é diferencial! Na mesma hora me arrependi de ter comido "qualquer coisa" no aeroporto. 
O Chef, e também proprietário, Henrique Hoss, prepara tudo com muito carinho para que os clientes se sintam satisfeitos por completo.
O casal está de parabéns, realmente se completam!
Fiquei com vontade de conhecer o restaurante deles no almoço, que funciona no outro ambiente do bar, já com mais de 15 anos de história.
Show de bola, cada vez que vou à capital gaúcha me apaixono por um novo lugar!
Santé!




Tudo sobre as regiões francesas - Alsace - Parte 61 - AOC Alsace - Pinot Blanc ou Klevner




Em 1896, o Pinot Blanc d'Alsace, foi reconhecido como uma variedade branca da Pinot Noir, já que antes era confundida com a Chardonnay.
Klevner não deve ser confundido com o Klevener de Heiligenstein, que se refere ao Savagnin rosé.
É frequentemente utilizada junto com a Auxerrois com a mesma denominação (PInot Blanc ou Pinot).
São 3070 hectares de Pinot Blanc, representando 20,8% dos vinhedos da Alsace.
O Pinot Blanc d'Alsace também aparece como variedade única em alguns Crémants d'Alsace (espumantes).
Os vinhos são redondos, frutados (pêssegos e maçãs), com algumas notas florais.
Harmonizam muito bom com peixes, carnes brancas, aves, queijos adocicados e pratos à base de ovo, como quiches e omeletes.

O Vinho e a Pintura - Amelia Fais Harnas - 13

Pintura com vinho

19 de maio de 2013

Lindoya Verão será a água do Encontro de Vinhos de Campinas



Desde 2010 a Lindoya Verão participa das edições do Encontro de Vinhos.
Uma água que dispensa comentários.
Tem mais de 60 anos de tradição e foi a única água que viajou pra lua, matando a sede do primeiro homem que pisou por lá.
http://www.lindoyaverao.com.br/
Dia 29 de Junho, das 14 às 22 horas, no Tenis Clube de Campinas, na rua Coronel Quirino, 1346 - Cambuí.
www.tcc.com.br
Ingressos mais baratos (50 reais) pelo site:  http://www.encontrodevinhos.com.br/venda-de-ingressos/
Ingressos no dia da feira: 60 reais.
Sócios da ABS: 30 reais (também à venda pelo site)
www.encontrodevinhos.com.br

Tudo sobre as regiões francesas - Alsace - Parte 60 - AOC Alsace Pinot Noir




A variedade da Borgonha é a única uva tinta autorizada na Alsace.
A Pinot Noir ocupa 1337 hectares, o que representa 9,1% dos vinhedos alsacianos.
É usado principalmente para os Crémants d'Alsace (espumantes) blancs de noirs, Rosés e também vinhos tintos e rosés de estilos diferentes.
Os tintos são frutados, leves, com aromas de cereja e framboesa, muito bom na harmonização com os embutidos da região, saladas e carnes brancas.
Muitas vezes o rendimento é baixo (típico da Pinot Noir).
Alguns produtores conseguem uma boa maturação e envelhecem os vinhos em barricas, conseguindo vinhos mais complexos, com notas de couro e cereja bem madura.
Nesse caso, os vinhos harmonizam melhor com carnes de caça e carnes vermelhas em geral.

O Vinho e a Pintura - Amelia Fais Harnas - 12

Pintura com vinho

18 de maio de 2013

Wine and Chocolates - Theophilus London - Um pouco de música...

Max Brands no Encontro de Vinhos Campinas



A Max Brands, que importa vinhos de produtores importantes da Argentina, Chile, França, Itália e Portugal,  confirmou sua participação no Encontro de Vinhos Campinas.
No Encontro Off, em São Paulo, colocou o chileno Chilcas entre os 5 melhores da feira.
Importa dos famosos vinhos Batasiolo e Cesari (Itália), e os vinhos da Bodega Sottano (Argentina).

Dia 29 de Junho, das 14 às 22 horas, no Tenis Clube de Campinas, na rua Coronel Quirino, 1346 - Cambuí.
www.tcc.com.br
Ingressos mais baratos (50 reais) pelo site:  http://www.encontrodevinhos.com.br/venda-de-ingressos/
Ingressos no dia da feira: 60 reais.
Sócios da ABS: 30 reais (também à venda pelo site)
www.encontrodevinhos.com.br

Tudo sobre as regiões francesas - Alsace - Parte 59 - Alsace Pinot Gris




Segundo a lenda, a Pinot Gris chegou até a Alsace, trazida da cidade de Tokay, em 1565.
A variedade ganhou vários nomes: Grauer Tokayer, Tokay Gris, Tokay d'Alsace, Tokay Pinot Gris, e desde 1 de Abril de 2007 foi definido que deve ser chamada de Pinot Gris.
Representa 11,9% dos vinhedos da Alsace, com 1760 hectares plantados.
Deixando a lenda de lado, a conclusão atual é que a Pinot Gris é originária da Borgonha, onde é chamada de Pinot Beurot e está plantada nos mesmos lotes da Pinot Noir (na maior parte em vinhas velhas) da mesma forma que hoje costumam chamar de Field Blend, mas não são mencionadas em rótulos.
Na Alsace, se transforma em vinhos bastante concentrados, com frescor, notas de espaciarias e frutas (pêssego, Abricó).
Normalmente são vinhos com bastante acidez e de longa guarda, que ficam muito bons também em colheitas tardias.
São vinhos normalmente fechados que melhoram bastante se decantados.
São brancos que harmonizam com carnes vermelhas e brancas, rosotos, polentas, fois gras e champignons.



Na Alsace, acompanha o Baeckeoffe (no dialeto alsaciano significa "forno de padeiro", é uma mistura de fatias de batatas, cebolas, cubos de carne de carneiro, carne de boi, de porco, marinados em vinho de um dia para o outro e cozido lentamente em uma panela de cerâmica).
  






O Vinho e a Pintura - Amelia Fais Harnas - 11

Pintura com vinho

17 de maio de 2013

Ravin no Encontro de Vinhos Campinas


A grande vencedora do Top 5 do Encontro de Vinhos Off - São Paulo, com o Antichello Amarone 2008, confirmou presença no Encontro de Campinas.
A Ravin é uma importadora com um catálogo excelente, com vinhos de diversos países e regiões.
Sempre que participa apresenta novidades e faz muito sucesso com seus vinhos.
Dia 29 de Junho, das 14 às 22 horas, no Tenis Clube de Campinas, na rua Coronel Quirino, 1346 - Cambuí.
www.tcc.com.br
Ingressos mais baratos (50 reais) pelo site:  http://www.encontrodevinhos.com.br/venda-de-ingressos/
Ingressos no dia da feira: 60 reais.
Sócios da ABS: 30 reais (também à venda pelo site)
www.encontrodevinhos.com.br

Harmonizando Pizza de Calabresa... Por Evelyn Fligeri




Nasci e vivo na segunda cidade que mais consome pizza no mundo – São Paulo. Além disso, sou descendente de italianos.  Não podia dar outra: Amo Pizza!
Preciso comer um pedacinho de pizza pelo menos uma vez na semana, caso contrário, fico triste e sinto falta daquele pedaço de massa repleto de recheio. Gosto tanto de pizzas que nem tenho um sabor preferido, todos me encantam. Confesso também que não me preocupo com a harmonização da pizza com vinho, justamente porque com a variedade de sabores, às vezes fica impossível pensar em um vinho que contemple tanta diversidade de ingredientes.
Por isso acho que a informalidade, nesses casos, deve reinar! Curta a pizza, o vinho, os amigos e aprecie sem pretensões.
 Se ainda assim você preferir alguma indicação, vamos para uma recordista da preferência nacional: Pizza de calabresa.
Mas antes de pensarmos na harmonização é necessário alguns cuidados: Pizza de calabresa  muito apimentada é bom evitar, pois a pimenta pode atrapalhar as papilas gustativas, aniquilando o vinho.
Outro cuidado é com os vinhos do novo mundo, que apresentam uma bomba de frutas compotadas; o açúcar do final de boca pode sabotar a harmonização.
Além disso, esteja atento à azeitona que pode pôr tudo a perder com seu sabor altamente salgado.
Passado essas observações, penso que pizzas de embutidos, em geral, pedem vinho com bastante corpo e boa presença de taninos. Um Chianti pode ser uma boa opção. Um Cabernet Sauvignon também pode dar conta do recado. Na verdade acho que você não terá uma harmonização incrível, mas sim um bom equilíbrio na boca.
Ainda quero testar dois vinhos com pizza de calabresa: Um Pinot Noir da Borgonha e um Tannat. O que será que vai acontecer?
Se você já fez a experiência, não deixe de nos contar.

Evelyn Fligeri tem o blog: http://www.tacaserolhas.blogspot.com.br/


Tudo sobre as regiões francesas - Alsace - Parte 58 - AOC Alsace Muscat




A Muscat foi citada pela primeira vez em 1510 comme já produzido na Alsace. Hoje a Muscat representa 2,3 % do vinhedos alsaciano com 345 hectares.
Interessante lembrar que o Muscat d'Alsace é um vinho seco, diferente dos vinhos de outras regiões feitos com a variedade, que são doces.
Nas verdade são duas variedades são utilizadas e podem ser usadas no corte, a Muscat Blanc à Petits Grains e a Muscat Ottonel.
Os vinhos são leves, bastante secos e com aromas florais e também da própria uva.
É considerado um vinho de aperitivo, para consumir logo após a colheita, apresenta pouco álcool.
A curiosidade é que os aspargos que são inimigos das harmonizações, são companheiros perfeitos do Muscat d'Alsace, assim como legumes feitos no vapor.

O Vinho e a Pintura - Amelia Fais Harnas - 10

Pintura com Vinho

16 de maio de 2013

Tudo sobre as regiões francesas - Alsace - Parte 57 - AOC Alsace Gewurztraminer



A AOC Alsace gewurztraminer pode constar no rótulo de vinhos produzidos em  2637 hectares da região, representando 17,9% do total plantado.
Essa variedade tradicional, nasceu de uma seleção e mistura entre a Traminer e a Savagnin rosé
A Alsace tem um terroir perfeito para a Gewurz, que também aparece comm muita qualidade na Áustria, Alemanha e em alguns lugares do novo mundo.
Na Alsace ela se transforma em vinhos muito aromáticos com notas florais (rosa), lichia, mel e especiarias (a palavra Gewurz significa especiado, temperado).
Com essa complexidade de aromas, os vinhos se mostram potentes na boca, encorpados e complexos, com um frescor um pouco mais discreto do que outros vinhos da Alsace.
A AOC Alsace também produz vinhos de colheita tardia chamados em francês de vendange tardive ou sélection de grains nobles.
Podem ser adocicados ou licorosos e são vinhos de longa guarda.
A Gewurtztraminer harmoniza perfeitamente com pratos mais temperados da cozinha asiática ou indiana.
Também vai muito bem com os queijo munster ou foie gras.


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