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Tudo sobre o mundo do vinho!

sexta-feira, janeiro 19, 2018

Tannat Reserva Amat 2011 - Bodegas Carrau - Uruguay






Quem não acredita que a Tannat pode ser a uva de um vinho extremamente elegante deve provar o Amat.
O vinho passou 18 meses em barricas francesas e americanas.
No nariz notas de cereja, pimenta, ervas aromáticas e violeta...
Na boca é encorpado, tem os taninos firmes, mas nada secante, bastante macios e bem equilibrados com a acidez.
O sabor é intenso, repetindo as notas sentidas no nariz, junto com um toque de café.
É um vinho persistente, suculento e ainda jovem.
Deve melhorar pelos próximos 10 anos.
Nota 94

Quem não acompanhou a série de entrevistas com Javier Carrau, pode assistir agora:










quinta-feira, janeiro 18, 2018

Melhor vinho uruguaio do Desorchados - Bodegas Carrau - Parte 3/3





Na última parte da entrevista com Javier Carrau, ele mostra o melhor vinho uruguaio, segundo o Guia Descorchados.


quarta-feira, janeiro 17, 2018

A Bodega Carrau está na décima geração na produção de vinhos







Na segunda parte da entrevista com Javier Carrau, ele conta a história da família que está na décima geração na produção de vinhos.
Essa história começou em outro continente.
Assista a entrevista.



terça-feira, janeiro 16, 2018

A família uruguaia pioneira no Brasil - Exclusivo com Javier Carrau - Parte 1




A família Carrau foi pioneira no Uruguai e no Brasil, com o Chateau Lacave. Atravessaram a fronteira, montaram vinícola, plantaram vinhedos, importaram mudas... Assista a primeira parte da entrevista com o Javier Carrau.


 

segunda-feira, janeiro 15, 2018

Vinhos que provei na Bodega Bouza (Uruguay)






Quem visita a Bouza, precisa provar o Albariño.
É sempre interessante provar uma variedade que saia das mais tradicionais (Chardonnay, Sauvignon Blanc) que são amplamente cultivadas em todas as partes do mundo.
No Uruguai conheci dois produtores que oferecem bons vinhos com a Albariño.
A Bouza foi a primeira.
O 2017 tem boa intensidade aromática, destacando as notas florais e e frutadas (pera).
Na boca tem a acidez típica da variedade, um frescor irresistível e um final longo, com um sabor discreto de lichia.
Nota: 90 Pontos




O Monte Vide Eu 2015, é um corte de Tannat, Merlot e Tempranillo.
No nariz a fruta aparece primeiro e com força.
Amora, ameixa... Também um toque de eucalipto.
Com um pouco mais de contato com o ar aparecem as notas que são resultado dos 9 a 12 meses de estágio em barricas francesas e americanas: baunilha, coco, torrefação...
Na boca é encorpado, tem boa quantidade de taninos, mas eles são macios, bem comportados, não secam a boca.
Tem boa acidez, sabor e equilíbrio.
É longo e jovem.
Nota: 90




O Bouza Parcela única Tannat A6, é um vinho de 2012.
Tem boa intensidade aromática. Amora, ameixa bem maduras, alcaçuz, coco...
Passou 18 meses em barricas.
Na boca é encorpado, os taninos são extremamente macios, a acidez dá frescor e não deixa que o vinho cheio de volume se torne pesado. É um vinho bem equilibrado e elegante.
O final é longo com notas de café e chocolate.
Suculento.
Nota: 93




sexta-feira, janeiro 12, 2018

Eduardo Boido - Enólogo da Bouza - Uruguay - parte 3/3






Entrevista com o enólogo da Bodega Bouza, Eduardo Boido, um dos nomes mais respeitados do vinho uruguaio.
Ele fala do terroir uruguaio e das variedades de uva, começando pela Tannat.


quinta-feira, janeiro 11, 2018

Belas imagens e pedras vermelhas na Bodega Bouza - Parte 2





A bodega Bouza é uma das referências do vinho uruguaio. O lugar é maravilhosos e é pertinho de Montevidéu. Hoje mostro imagens dos vinhedos e uma técnica interessante. O enólogo coloca pedras de cor mais clara (avermelhada), para refletir o sol e dar mais luz para os vinhedos. Assista o vídeo:




 

quarta-feira, janeiro 10, 2018

A Bouza é super preparada para receber o turista. São só 20 km de Montevidéu.







Vinhedos lindos, vinhos impecáveis, recepção exemplar e um restaurante que serve uma comida maravilhosa.
Quem vai ao Uruguai pensando em enoturismo, precisa ir na Bouza.
Começo mostrando o restaurante e até sexta mostro os vinhedos e converso com o enólogo.
Assista o vídeo:





A foto acima é do Polvo, que é uma excelente opção de entrada. Como prato principal eu sugiro o cordeiro desossado (caso tenha no dia que você for) que foi o melhor que já comi.



terça-feira, janeiro 09, 2018

O Preludio da Família Deicas. Provei o Branco e o Tinto.





O Preludio Blanco 2016 é um belíssimo Chardonnay.
No nariz as notas de mel, manteiga, flor de laranjeira e baunilha.
Na boca é encorpado, untuoso, amanteigado.
Claro que quem não gosta dos aromas que surgem pelo estágio em barrica pode não gostar desse vinho (e de uma grande parte dos Chardonnay's).
Tem boa acidez, é elegante e longo.
O sabor repete os aromas mostrados no nariz, mas surpreende pelo equilíbrio entre a fruta e as marcas da barrica.
Passou 1 ano em barricas francesas.
A fermentação foi feita por leveduras nativas, e a Viognier e a Sauvignon Gris entraram no corte, mas a Chardonnay domina.
Nota: 91
Importado pela Interfood - www.todovino.com.br
Preço: 407,90






O Preludio Barrel Select Lote Nº 92 - 2009 tem nome grande e complexidade gigante.
Complexidade que brinca com o nariz indo de um lado pro outro.
Amora, alecrim, cacau, café, tabaco...
É um corte de Merlot (52%), Tannat (23%), Cabernet Sauvignon (11%), Cabernet Franc (7%), Petit Verdot (5%) e Marselan (2%).
Passou cerca de 2 anos em barricas francesas.
Na boca é encorpado, potente, tem muitos e bons taninos, com textura granulada como se fosse uma poeira fina que tenta secar a boca, mas é impedida imediatamente pela acidez que faz salivar e deixa tudo equilibrado.
É elegante, longo.
Tem 9 anos e deve evoluir pelos próximos 5, 10 anos.
Sabe o que é potente elegante?
Alguém aí viu alguma luta do Muhamed Ali?
Nota 93
Importador: Interfood - www.todovino.com.br
Preço: 407,90



segunda-feira, janeiro 08, 2018

Fernando Deicas me mostrou o Solo 3D da Juanicó - Parte 3/3






No Estabelecimiento Juanicó, Fernando Deicas e Nicolas Bonino, me mostraram os painéis que representam todos os solos dos vinhedos da família Deicas.


sexta-feira, janeiro 05, 2018

Fernando Deicas mostrou cave subterrânea com mais de 150 anos - Juanicó - Parte 2







A Juanicó tem uma cave subterrânea que vale a visita.
Quem me mostrou a cave e falou sobre os fungos da cave que fazem parte do terroir, foi o próprio Fernando Deicas, dono da Bodega.




quinta-feira, janeiro 04, 2018

Juanicó - Familia Deicas - Parte 1 - A velha bodega e a adega







Pertinho de Montevidéu (menos de 45 km), visitei a Juanicó, um excelente destino turístico e uma boa opção para provar vinhos de qualidade.
Na primeira parte mostro um pouco da velha vinícola e a adega.
Assista o vídeo:



quarta-feira, janeiro 03, 2018

Vinhos da Pizzorno (Uruguai) que mais gostei.






Como de costume, a cada reportagem gravada no Uruguai, apresento os vinhos que mais se destacaram na degustação que aconteceu depois de cada reportagem.
Começo com o Pinot Noir Reserva 2015.
Um vinho que mostra bem a tipicidade da uva.
Notas de framboesa, morango, cor rubi transparente, leve toque de couro...
Na boca tem corpo médio, bom equilíbrio entre os taninos macios e a acidez refrescante e equilíbrio.
O vinho não tem nada fora do lugar.
É suculento e persistente.
Passou 5 meses em barricas francesas, mas a fruta prevalece.
Nota: 90




O Pizzorno Select Blend 2015 (a foto é do 2013), é um corte de Tannat, Cabernet Sauvignon e Malbec.
Passou 1 ano em barrica antes do corte (cada variedade em sua barrica0.
No nariz mostra notas de amora, violeta, ameixa e um leve toque de especiarias.
Na boca é encorpado, tem boa acidez e taninos com boa textura (macios).
Vinho com boa persistência e bastante jovem.
Deve evoluir bem.
Nota: 90





O Primo só vai para o mercado em anos especiais, quando as uvas atingem o seu ponto máximo.
Esse é o 2013.
Corte de Tannat, Cabernet Sauvignon, Merlot e Petit Verdot.
Cada variedade descansa 1 ano em barricas e depois do corte (misturadas), as variedades voltam juntas para mais cerca de 8 meses de barrica francesa.
O vinho tem boa intensidade aromática, apesar de muito jovem.
Cassis, amora, torrefação, um pouco de baunilha.
Na boca é encorpado, os taninos potentes e finos.
A textura granulada e macia não deixa a boca secar,  junto com a acidez que dá frescor e equilíbrio ao vinho.
O sabor é intenso com as frutas negras em perfeita harmonia com notas de baunilha e tabaco.
Vai evoluir bem pelos próximos 10 anos.
O final é persistente, os aromas continuam na boca por um bom tempo.
Nota: 92


Quem não acompanhou as reportagens, pode ver agora:











terça-feira, janeiro 02, 2018

Vinhos Pizzorno - Parte 3/3 - O primeiro vinhedo






Na última parte da visita aos vinhedos da Pizzorno (Uruguai), provamos um Petit Verdot macio e conhecemos o primeiro vinhedo da família. O vento atrapalhou um pouco.


 

sexta-feira, dezembro 29, 2017

Pizzorno - Parte 2 - A Bodega e o vinho experimental que recebeu 94 pontos do Descorchados.





Francisco Pizzorno mostra a vinícola e fala de um vinho experimental que recebeu 94 pontos no Guia Descorchados.



quinta-feira, dezembro 28, 2017

A Pizzorno recebe turistas e faz ótimos vinhos - Parte 1






A Pizzorno é mais uma boa opção para o enoturismo no Uruguai, a apenas 23 quilômetros de Montevidéu. Francisco Pizzorno recebe os turistas e explica cada detalhe da produção.
Em cada visita os turistas são guiados por um enólogo.



quarta-feira, dezembro 27, 2017

Destaques da Antigua Bodega Stagnari, do Uruguai.






Depois da série de reportagens na vinícola, destaco 3 vinhos da Antigua Bodega Stagnari, que tiveram as mais altas pontuações no momento em que provei.
Vamos lá:
Prima Dona Tannat 2013
Passou 8 meses em barricas francesas.
Geleia de Amora, mirtilo e um toque de baunilha são dos destaques no nariz.
Na boca o destaque é o equilíbrio.
Os taninos são firmes, mas apresentam uma textura granulada, fina e macia.
A acidez dá conta do recado de não deixar os taninos secarem a boca e provoca uma salivação refrescante.
O vinho é persistente e deve acompanhar uma carne com perfeição.
Nota: 91




Prima Donna Cabernet Franc 2015
Tabaco, frutas negras, cacau e especiarias.
Também passou 8 meses descansando em barricas francesas.
Na boca tem corpo entre o médio e o encorpado, os taninos são bastante macios, tem boa acidez e uma boa integração entre a madeira e a fruta.
É saboroso e suculento, com notas de cacau e café se juntando ao sabor frutado.
Vinho bastante elegante e longo.
Nota: 92




Osiris Reserva Merlot 2009
Já é um vinho com 8 anos, mas o tempo está passando devagar para o Osires.
Mais uma vez as frutas negras são protagonistas, embora notas florais, de torrefação e de coco entrem junto para mostrar que o vinho passou 15 meses descansando em barricas americanas.
Na boca é seco, encorpado, taninos macios e boa acidez.
É elegante e persistente.
Nota 92

Quem quiser rever as reportagens, aí estão os links:








terça-feira, dezembro 26, 2017

Enóloga da Antigua Bodega Stagnari - Mariana Stagnari - Parte 3/3





Na última parte da reportagens na Antigua Bodega Stagnari, conversei com a Mariana Stagnari, que é enóloga da vinícola, junto com a Laura Casella.
Os vinhos seguem uma linha muito clara, priorizando a fruta.



sexta-feira, dezembro 22, 2017

Antigua Bodega Stagnari - Parte 2 - A produção e a bodega antiga.





Virginia Stagnari falou sobre os números e a produção dos vinhos. Importante dizer, que no Uruguai, aquele vinho de garrafão, que no Brasil é feito com variedades que não são viníferas, lá são elaborados com as mesmas variedades dos vinhos finos. Não existe por lei, nenhum vinho elaborado com variedades de uva de mesa.



 

quinta-feira, dezembro 21, 2017

A Antigua Bodega Stagnari é uma das pioneiras do Uruguay.






A Antigua Bodega Stagnari tem um lugar importante na história da vitivinicultura uruguaia.
Além de vinhos excelentes e modernos, é uma boa opção de turismo para quem visita o Uruguai.
Fica a menos de 30 quilômetros de Montevidéu.




 

quarta-feira, dezembro 20, 2017

Don Adelio Ariano Reserve Oak Barrel Tannat 2013 - Canelones - Uruguay






100% Tannat com boa intensidade no nariz.
Notas de cereja, morango, cacau e especiarias.
Na boca é encorpado, os taninos estão bem presentes, mas com uma textura macia e fazendo boa dupla com a acidez. Tudo bem equilibrado.
O sabor é mais próximo das frutas vermelhas, apesar do vinho ter passado 1 ano em barricas francesas.
Muito bem integrado com a madeira.
Final de boca persistente.
Nota: 90

terça-feira, dezembro 19, 2017

Enólogo da Bodega Ariano - Terroir uruguaio e Carlos Páez Vilaró




O enólogo Daniel Vlah, da Bodega Ariano Hermanos, falou sobre o terroir uruguaio e sobre a amizade da vinícola com o artista Carlos Páez Vilaró na criação do vinho Cuatro Gatos.



 

segunda-feira, dezembro 18, 2017

Vinhos em destaques da Bodega Artesana (Uruguay)







Desde que comecei uma série de reportagens no Uruguai, destaco os vinhos de cada bodega visitada logo após mostrar a reportagem em vídeo.
Na bodega Artesana, destaco dois vinhos excelentes.




O Artesana Tannat/Merlot 2016, que foi um dos ganhadores  do Top5 do Encontro de Vinhos Brasília este ano, passou 14 meses em barricas de carvalho francês e americano.
É um corte com 60% de Tannat e 40% de Merlot.
Um corte bastante comum no sudoeste da França, já que as duas uvas tem qualidades exatamente opostas.
Na maioria das vezes a Tannat é tânica e muitas vezes rústica e a Merlot é elegância pura. Uma variedade equilibrada que não deixa nada sobressair, tipo o menos é mais.
Nesse caso o mais foi mais.
No nariz tem boa intensidade aromática, frutado com notas de mirtilo, amora e cereja, além de uma nota suave de torrefação e grafite.
Na boca é encorpado, os taninos são bastante macios e a acidez dá um belo frescor ao vinho.
É equilibrado e elegante.
Longo.
Nota: 91




Outro vinho que me impressionou foi o corte de Tannat (55%)/Zinfandel (25%)/Merlot (20%) Reserva 2015.
O vinho passou 2 anos em barricas francesas.
No nariz notas de amora, especiarias e chocolate amargo.
Na boca o vinho é seco, mas dá uma sensação de doçura.
Encorpado, taninos com textura bem macia, boa acidez e equilíbrio.
Impressionante como o álcool não toma a frente, mesmo com os 14,5% de graduação.
É equilibrado e longo.
Com o final de boca confirmando o chocolate sentido no nariz.
Nota: 90

Para quem não assistiu, repito a reportagem feita na Artesana, que fica a apenas 40 quilômetros de Montevidéu e é uma bela opção de turismo.



    


 

domingo, dezembro 17, 2017

Depois dos clubes de vinhos surgem os clubes de gastronomia.




Recebi um kit do Club Sabor, da Revista Sabor e outro do Club Queijos e Vinhos RAR.
O Club RAR prioriza os produtos produzidos por eles como os Queijos tipo Grana, que são muito bons.
Já o club da Revista Sabor é mais sofisticado, recheado de verdadeiros achados gastronômicos, assinatura da revista incluída e quase o mesmo valor (5 reais mais caro).






No mes passado, o Club RAR entregou um Queijo tipo Grana em Lascas, com 12 meses de maturação, uma massa seca de Spaghetti al nero di seppia, uma lata de pesto paganini rosso e uma garrafa de espumante moscatel da RAR.
O espumante é bem elaborado com a doçura bem equilibrada com a acidez, aromas florais e boa cremosidade.
Os outros produtos também são muito bons, com o Spaguetti elaborado com o pesto paganini e porque não, umas lascas do queijo tipo Grana junto. O queijo vai muito bem sozinho, é um queijo de alta qualidade.
Assim como os originais Grana Padano DOP, o queijo feito no Brasil apresenta pasta homogênea, com o sabor lembrando manteiga, feno e frutas secas. Sabor equilibrado.
Esse é o pacote do Club Gourmet, que custa 145,00 por mês.






O pacote do clube Sabor deste mês inclui um saquinho de chips de couve da Bianca Simões, 1 molho de Pimenta Cabernet Sauvignon da Casa Madeira, Um doce de leite Majestic (conhecido como um dos melhores do país, uma garrafa de espumante da Casa Valduga Sur Lie, que é um lançamento que aposta no consumidor iniciado no mundo dos vinhos, já que tem a cor turva, pela presença das leveduras da segunda fermentação ainda dentro da garrafa (normalmente ela é aberta com essas leveduras congeladas e separadas do líquido, se adiciona um licor de expedição que controla o teor de açúcar e volta pra garrafa límpida e pronta). Uma bela experiência provar um vinho que ainda está em evolução e em contato com as leveduras.
A caixa se completa com uma massa da Ana Soares, um Fidelini.
O valor da assinatura do club é de 150 reais, e inclui uma revista Sabor, desconto de 10% em livros e produtos da loja.sabor.club, descontos relâmpago em parceiros da revista Sabor.club e prioridade na compra de ingressos para eventos de chefs renomados.
Duas opções para você mesmo escolher.
Belas iniciativas!
Confiram nos sites:
https://clubesabor.club/
https://www.assinegobox.com.br/

sexta-feira, dezembro 15, 2017

Rótulo do Muton Rotschild 2015 terá obra de artista alemão.





Gerhard Richter é o escolhido para compor essa galeria fantástica de artistas que ilustraram os rótulos do grande Mouton Rotschild com suas obras.
O artista usa uma foto em branco e preto antes de ir colorindo com pinturas em vidro em dias diferentes para conseguir cores distintas e simbolizar a assemblage (corte final do vinho) no vinho.
Depois faz uma fotografia do resultado final, e aí está.
O título da obra é: Flux (fluir em português).
O Château Mouton Rotschild tem 84 hectares de vinhedos em Pauillac, no Médoc (Bordeaux).
O 2015 terá 82% de Cabernet Sauvignon, uma parte de Merlot e uma parte pequena de Cabernet Franc.
Desde 1945 o rótulo do vinho é criado por artistas escolhidos pelos donos do Château.
Entre os escolhidos do passado estão: Picasso, Dali, Jean Cocteau, Balthus, e muitos outros.
Gerhard Richter tem 85 anos, é especialista em figuração e pintura abstrata, e além da pintura vende suas fotografias.

Paisagens, Vinhos, Terroir... Bodega Artesana (Uruguay)






A Bodega Artesana, tem ótimos vinhos, belas paisagens, boa estrutura para o turismo e fica só a 40 quilômetros do centro de montevidéu.




 

quinta-feira, dezembro 14, 2017

Bodega Pisano e Viña Progresso (Uruguay). Os vinhos que provei na visita.





Depois de visitar os vinhedos, a bodega e bater um papo de vinho com a família Pisano, degustei os vinhos.
A Viña Progreso é um projeto experimental do Gabriel Pisano, filho do Gustavo Pisano.
Os vinhos são produzidos na mesma bodega Pisano.


Começo falando do Viña Progreso Sangiovese 2015.
Vinho que passa de 9 a 12 meses em barricas francesas.
No nariz se destacam as frutas vermelhas, com um toque floral e defumado.
Na boca é seco, tem corpo entre o médio e o encorpado, taninos macios e boa acidez.
Tem boa persistência (o sabor do vinhos permanece na boca por um bom tempo).
Vinho ainda jovem.
Nota: 90 pontos.
Custa 108 reais na Vinci: https://www.vinci.com.br/p/vinho/reserva-sangiovese-2015-vina-progreso-1740150



O Viña Progreso Cabernet Franc 2015 é mais um sinal de que o Uruguai tem possibilidades imensas com diversas variedades. A Cabernet Franc é uma variedade que me impressionou muito na viagem que fiz pelo país.
Passou de 9 a 12 meses em barricas francesas.
No nariz mostra fruta vermelha madura e também toques de especiarias (pimenta), amêndoa e tabaco.
Na boca é seco, encorpado, taninos com textura macia e acidez trazendo frescor.
É um vinho suculento e persistente.
Nota: 90 pontos.
Custa 98 reais na Vinci: https://www.vinci.com.br/p/vinho/reserva-cabernet-franc-2013-vina-progreso-1738130



O Sueños de Elisa (Elisa's Dreams Open Barrel 2011 Tannat, é um vinho que já avaliei aqui no blog:
http://www.papodevinho.com/2015/08/vina-progreso-sueno-de-elisa-abaixo.html
Quem for comparar, vai perceber que o tempo fez bem para o vinho e a nota melhorou.
É um vinho fermentado em barricas de carvalho novo que ficam abertas enquanto as bagas fermentam.
Depois de separado das cascas, o vinho continua descansando na barrica por cerca de 6 meses.
Esse é um vinho que mostra a complexidade logo no primeiro ataque do nariz.
Ameixa, mirtilo, baunilha, café...
Na boca é encorpado, com boa concentração e taninos com excelente textura (bastante macios).
Vinho com tudo no lugar, um belo equilíbrio e elegância.
Muito bom!
Nota: 92 pontos.
Custa 295 reais na Vinci https://www.vinci.com.br/p/vinho/elisa-s-dreams-open-barrel-tannat-2011-vina-progreso-2014110




Como não quero voltar para trás nos pontos, sigo para o Pisano Arretxea Tannat 2011, um clássico uruguaio.
Um vinho ainda jovem que precisa de ar na taça (ou no decanter) para mostrar a cara. Mas quando mostra...
Notas de cereja madura, amora, framboesa, café e cacau.
Na boca é encorpado, potente, concentrado... Mas não perde a ternura em momento algum.
Os taninos tomam conta da boca e oferecem uma maciez impressionante.
Equilíbrio total entre taninos, acidez, álcool...
Persistente e elegante.
Ainda jovem.
Nota: 92 pontos.
Custa 213 reais na Mistral: https://www.mistral.com.br/p/vinho/pisano-arretxea-2009-pisano




Para encerrar o Axis Mundi 2011 que não é um vinho fácil de encontrar e só é produzido em poucos anos, quando a família Pisano usa o maior critério possível para decretar que é um ano acima do especial.
Os 6 anos em garrafa não significaram nada para o vinho. Está super jovem ainda. Cor (rubi sem reflexos de evolução), aromas...
Tudo lembra um vinho jovem.
No nariz as frutas negras e vermelhas se misturam com um toque terroso sem que as notas terciárias (da evolução na garrafa) apareçam ainda. É jovem.
Na boca ele mostra que é grande.
Encorpado, concentrado, taninos muito bem equilibrados com a acidez e uma textura granulada e macia.
É um vinho suculento, com sabor intenso de frutas e um toque de baunilha e cacau, provavelmente trazidos pelos 30 meses que passou em barrica.
Vinho que vai evoluir à partir dos 10 anos de vida e deve envelhecer muito bem pelos próximos 15 anos.
Nota: 94 pontos
Custa 517 reais na Mistral: https://www.mistral.com.br/p/vinho/axis-mundi-tannat-2011-pisano

Os vinhos da Progreso são importados pela vinci www.vinci.com.br e os Pisano pela Mistral www.mistral.com.br





quarta-feira, dezembro 13, 2017

No "Quartel General" da família Pisano, boa conversa e vinhos excelentes.




Na foto, da esquerda para direita: Susana Gonzalez, Daniel Pisano, Daniel Perches, Beto Duarte, Gustavo Pisano e Nikolas Kozic.


Numa sala ocupada na maior parte por uma mesa grande, com uma churrasqueira no canto e garrafas para todos os lados (vazias e cheias), a família Pisano abriu suas joias enquanto falavam sobre o terroir e o vinho do Uruguai.


terça-feira, dezembro 12, 2017

Seguindo pelo Uruguai, conheci o primeiro vinhedo da Pisano.






A Pisano é uma das bodegas mais importantes do Uruguay.
Bodega familiar, com vinhos que conquistaram mercados importantes apostando na qualidade e no terroir uruguaio.
O Nikolas e o Gabriel me mostraram a vinícola e o primeiro vinhedo da bodega.



segunda-feira, dezembro 11, 2017

Aurora lança azeite chileno de alta qualidade






A Vinícola Aurora já é conhecida pelos vinhos com boa relação qualidade/preço, que estão espalhados em pontos de venda em todo o Brasil.
Fiquei surpreso quando recebi uma garrafa de azeite com o rótulo Pequenas Partilhas, que é usado pela vinícola para produtos importados e engarrafados especialmente para eles.
O Azeite Pequenas Partilhas Meio Dia, é chileno, elaborado com as variedades Picual (70%) e Arbequina (30%) e vem numa garrafa de 500 ml com bico dosador vai-e-vem.
Extra virgem, elaborado no Vale do Maule.
Sou um apreciador de azeites, mas para ter uma degustação técnica, recorri ao meu irmão, José Augusto (http://queijosecompanhia.blogspot.com.br/2017/12/na-outra-margem-do-rio.html), que é da confraria do azeite do Senac Aclimação.
Segue a degustação do Zé:
Olfativo:
Frutado, com leve presença aromática de tomate e herbáceo.
Gustativo:
Boa persistência, moderadamente picante e leve amargor (no azeite não significa defeito).
O sabor herbáceo sentido no nariz se repete na boca.
Ótimo para saladas e carnes.
Acidez: 0,2%
Preço médio: 35 reais.
Excelente compra!

 
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