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Tudo sobre o mundo do vinho!

quarta-feira, dezembro 13, 2017

No "Quartel General" da família Pisano, boa conversa e vinhos excelentes.




Na foto, da esquerda para direita: Susana Gonzalez, Daniel Pisano, Daniel Perches, Beto Duarte, Gustavo Pisano e Nikolas Kozic.


Numa sala ocupada na maior parte por uma mesa grande, com uma churrasqueira no canto e garrafas para todos os lados (vazias e cheias), a família Pisano abriu suas joias enquanto falavam sobre o terroir e o vinho do Uruguai.


terça-feira, dezembro 12, 2017

Seguindo pelo Uruguai, conheci o primeiro vinhedo da Pisano.






A Pisano é uma das bodegas mais importantes do Uruguay.
Bodega familiar, com vinhos que conquistaram mercados importantes apostando na qualidade e no terroir uruguaio.
O Nikolas e o Gabriel me mostraram a vinícola e o primeiro vinhedo da bodega.



segunda-feira, dezembro 11, 2017

Aurora lança azeite chileno de alta qualidade






A Vinícola Aurora já é conhecida pelos vinhos com boa relação qualidade/preço, que estão espalhados em pontos de venda em todo o Brasil.
Fiquei surpreso quando recebi uma garrafa de azeite com o rótulo Pequenas Partilhas, que é usado pela vinícola para produtos importados e engarrafados especialmente para eles.
O Azeite Pequenas Partilhas Meio Dia, é chileno, elaborado com as variedades Picual (70%) e Arbequina (30%) e vem numa garrafa de 500 ml com bico dosador vai-e-vem.
Extra virgem, elaborado no Vale do Maule.
Sou um apreciador de azeites, mas para ter uma degustação técnica, recorri ao meu irmão, José Augusto (http://queijosecompanhia.blogspot.com.br/2017/12/na-outra-margem-do-rio.html), que é da confraria do azeite do Senac Aclimação.
Segue a degustação do Zé:
Olfativo:
Frutado, com leve presença aromática de tomate e herbáceo.
Gustativo:
Boa persistência, moderadamente picante e leve amargor (no azeite não significa defeito).
O sabor herbáceo sentido no nariz se repete na boca.
Ótimo para saladas e carnes.
Acidez: 0,2%
Preço médio: 35 reais.
Excelente compra!

Destaques da Bodega Castillo Viejo (Uruguay)





Os espumantes que mostrei nos vídeos sobre o rótulo térmico e sobre a tomada de espuma, são surpreendentes.
Tem a mão (consultoria) do Alejandro Cardozo, que trabalha fazendo espumantes no Brasil desde 2003 (Decima, Estrelas do Brasil, Guatambu...).
Um verdadeiro especialista em borbulhas.
O Hasparren Extra Brut 2016 é um corte de Chardonnay, Viognier e Pinot Noir.
Tem boa intensidade aromática com uma boa harmonia entre fruta (pêssego, pera) e os aromas deixados pelas leveduras (pão torrado, brioche).
Passou 7 meses em contato com as leveduras.
Na boca tem boa cremosidade, frescor e persistência.
Nota: 90




Melhor ainda é o Brut Rosé Hasparren 2016, Corte de Chardonnay e Pinot Noir.
É um rosé de cor bem clara, lembrando casca de cebola.
No nariz, uma nota suave de morango divide a atenção com um aroma de pão recém saído do forno.
Na boca é cremoso, sabor intenso, boa acidez e persistência.
Nota: 91



Partindo para os tintos, o Catamayor Gran Tannat 2013 (foto ilustrativa de outra safra) é o que se espera de um grande vinho, independente da variedade.
Mostra que a Tannat no Uruguai, é mesmo especial.
No nariz tem boa intensidade aromática, notas de frutas vermelhas maduras e um toque de baunilha, provavelmente resultado do ano que passou descansando em barricas francesas.
Na boca é seco, encorpado, tem bom equilíbrio, os taninos são macios, com textura aveludada e a acidez é suficiente para combater a força dos taninos e dar frescor ao vinho.
Elegante e persistente.
Nota: 92




O Catamayor Single Barrel N 7 é um Tannat de 2011.
Passou 18 meses em barricas.
No nariz mostra notas de frutas vermelhas e negras maduras e um toque de eucalipto.
Na boca é encorpado, taninos muito macios, com textura granulada e fina.
Tem boa acidez e equilíbrio.
Persistente.
Deve evoluir bem.
Nota: 92




Termino com um vinho mais evoluído, o El Preciado 2004.
Corte de Merlot, Tempranillo, Cabernet Franc, Tannat e Cabernet Sauvignon.
No nariz as frutas vermelhas aparecem bem, fazendo parceria com os aromas terciários de couro e cogumelos, que provavelmente apareceram depois dos 10 anos em garrafa.
Na boca é o mais elegante de todos.
É encorpado e fino.
Os taninos que fizeram a má fama da Tannat na França, aqui são protagonistas da elegância.
É macio e equilibrado.
A acidez ainda dá frescor e deve seguir assim por mais alguns anos.
Um vinho em perfeita evolução.
Persistente.
Nota: 93


Quem não viu os vídeos feitos na Castillo Viejo, pode ver agora:







sexta-feira, dezembro 08, 2017

O nascimento das borbulhas na Castillo Viejo. Pé de Cuba.






O pé de cuba é uma concentração grande de leveduras que impede que outros microrganismos tenham influência no processo de tomada de espuma (quando nascem as borbulhas).
Essa mistura de leveduras e vinho, é um concentrado que depois será diluído na quantidade total a ser produzida.
Normalmente se produz um pé de cuba correspondente a 20 ou 30% do total de vinho base.
Por exemplo, se o volume total de fermentação for de 1.000 litros, o volume de pé-de-cuba será.
A concentração de açúcar no pé de cuba é praticamente igual a zero.
Conforme o caldo é adicionado, a concentração de leveduras vai aumentando até atingir um ponto, onde uma parcela do açúcar adicionado vai sendo consumida pelas leveduras enquanto a outra parcela acumula-se no meio.
Assista o vídeo e escute a "música das leveduras", como disse o enólogo Fernando Pattenuzzo.






quinta-feira, dezembro 07, 2017

Rótulo térmico avisa quando o espumante atinge os 6 graus - Castillo Vie...






A bodega Castillo Viejo, no Uruguay, apresenta um espumante com tinta térmica no rótulo, que avisa quando o vinho atinge a temperatura ideal para serviço.
Uma ideia excelente que garante que o produto seja consumido na melhor condição.
Assista o vídeo:


quarta-feira, dezembro 06, 2017

Uruguay - Bodega Castillo Viejo - História






Nesse giro delicioso pelas bodegas uruguaias, conheci também a Castillo Viejo, em Las Piedras, Canelones. Assista o vídeo:


 

terça-feira, dezembro 05, 2017

Finca Piedra Ethan 2011 - Mal Abrigo (San José) - Uruguay





Ontem mostrei o verdadeiro refúgio do ecoturismo (também enoturismo) da Finca Piedra, comandada pelo
Hoje vou destacar um dos vinhos, que é este Ethan 2011 (foto ilustrativa do 2015).
O interessante são os cortes.
O Jason não segue nenhuma fórmula de nenhuma região. Mistura as variedades como quer e contrata a cada ano um enólogo diferente para ajudá-lo em suas viagens.
O Ethan é um corte de Pinot Noir, Cabernet Franc, Syrah e Tannat. Em partes iguais.
O vinho já tem 6 anos e está jovem, na cor e no aroma.
Os aromas são de fruta vermelha, por incrível que pareça a Pinot com sua falsa fragilidade aparece bem com as notas de framboesa e couro.
Também aparece um toque de tabaco e um defumado que dá ainda mais complexidade ao vinho.
Na boca o corpo está entre o médio e o encorpado.
A acidez e os taninos são mais altos, mas se completam e tornam o vinho equilibrado.
O álcool fica quietinho, sem mostrar as garras e também por isso, o vinho tem um estilo mais europeu.
Tem boa intensidade de sabor com um toque de especiarias doces no final, e o sabor persiste. É longo.
Nota: 90

Quem não viu a entrevista do Jason e as imagens da Finca Piedra, que fica em Mal Abrigo (interessante esse nome), pode ver agora:







Amanhã sigo a viagem pelo Uruguai com mais um vídeo em outra vinícola.

segunda-feira, dezembro 04, 2017

A Finca Piedra, no Uruguai, é a união do vinho com o ecoturismo.





Num lugar chamado Mal Abrigo, a Finca Piedra produz vinhos com cortes diferentes e oferece um verdadeiro refúgio com animais silvestres, cavalos, ovelhas, mel, pôr do sol...



sexta-feira, dezembro 01, 2017

Campotinto Viognier 2016 - Bodega Campotinto, Carmelo (Uruguay).





Mais uma surpresa uruguaia!
Uma variedade branca do Rhône se mostrando no terroir uruguaio.
A Campotinto tem bons tintos como o Tannat Gran Reserva 2015 (90 Pontos) e o Icono 2015 (91 Pontos), mas depois de mostrar as reportagens, estou destacando principalmente os vinhos que explicam a diversidade do país e a possibilidade clara que produzir vinhos com diversas variedades.
Esse é um Viognier com boa intensidade aromática, com notas florais (violeta) e um toque cítrico.
Na boca tem bom corpo, untuoso, acidez bem equilibrada e sabor intenso repetindo as notas sentidas no nariz e acrescentando um sabor de manga.
Tudo bem equilibrado.
A Viognier é bem sensível a oxidação, portanto, vale beber esse vinho jovem.
Final persistente e fresco.
Nota: 89

Repito os dois vídeos gravados na Campotinto para quem não viu ainda.




quinta-feira, novembro 30, 2017

Turismo de vinho - Lodge Campotinto - Uruguay







Em Carmelo, no departamento de Colonia, no Uruguay, um lugar para unir a paixão pelo vinho e uma estadia luxuosa. É o Lodge da Bodega Campotinto.



quarta-feira, novembro 29, 2017

A Campotinto é um destino de enoturismo com o tradicional Medio y Medio uruguaio.






O Medio y Medio foi inventado no restaurante Roldós no século 19 e é uma mistura de vinho branco seco com espumante.




Algumas vinícolas estão melhorando a qualidade dos vinhos e vendendo um Medio y Medio com mais qualidade.




É o caso da Campotinto, que fica no departamento de Colonia.
Além de ser um excelente destino para o enoturismo, a bodega produz bons vinhos.
Assista o vídeo:






O Medio y Medio deles, é um vinho com aroma floral, boa acidez, levemente adocicado, com borbulhas um pouco agressivas e bom frescor.
É elaborado com as uvas Moscatel e Ugni Blanc.
O gás é injetado.
É melhor que o original vendido no Mercado del Puerto, melhor que a maioria dos Lambruscos que estão no mercado brasileiro, mas é um vinho simples, sem complexidade.
Nota: 87 Pontos.
A Campotinto produz vinhos bem melhores. Valo do destaque da vinícola na sexta-feira.

terça-feira, novembro 28, 2017

Narbona Pinot Noir 2015 - Destaque da Bodega Narbona, Carmelo, Uruguay.






Na semana que passei visitando vinícolas e provando vinhos no Uruguay, me surpreendi principalmente com o potencial que o país tem para fazer vinhos de qualidade com diversas variedades diferentes, muito além da Tannat.
Depois de uma série de vídeos na Narbona, hoje avaliei um vinho provado com a enóloga Valeria Chiola e que merece destaque.
Um Pinot Noir típico e com características que às cegas levariam para o velho mundo.
Passou 6 meses descansando em barricas.
Cor rubi típica de um Pinot Noir, com intensidade média, transparente.
No nariz tem boa intensidade aromática, com notas de framboesa, groselha e couro.
Na boca tem corpo médio, muito boa acidez, fresco.
Os taninos tem textura granulada, bastante finos.
Sabor agradável de frutas vermelhas com um toque terroso e de especiarias doces.
Delicado e elegante.
Persistente no final.
90 Pontos.

Preço 130 reais.

Amanhã volto com as reportagens em vídeo em terras uruguaias, com a Campotinto, ainda em Carmelo.

segunda-feira, novembro 27, 2017

Conversa com a Valeria Chiola, enóloga da Bodega Narbona, do Uruguay.






Em uma semana intensa no Uruguai, provando cerca de 200 vinhos, conversei com a Valeria Chiola, enóloga da Narbona.
Ela fala do terroir, da importância do trabalho com Michel Rolland, que foi consultor da bodega, das variedades, dos vinhos...




sexta-feira, novembro 24, 2017

Um passeio pela vinícola da Narbona, em Carmelo - Uruguay






Um passeio pela vinícola de Carmelo, no Uruguai.
A vinícola passou por algumas mudanças depois que contratou a assessoria do francês Michel Rolland.



quinta-feira, novembro 23, 2017

A Narbona, em Carmelo, é um dos melhores destinos do enoturismo no Uruguai.







O Uruguai é um excelente destino para o enoturismo.
Na Bodega Narbona, o turista tem vinho, doce de leite, queijos, azeites, boa comida, hospitalidade e quartos luxuosos e espaçosos.
Assista o vídeo de uma das suítes.



quarta-feira, novembro 22, 2017

História da Bodega Narbona, no Uruguai.






A Fabiana Bracco (em bom português), contou um pouco da história da Bodega Narbona.
Assista o vídeo:



terça-feira, novembro 21, 2017

Bodega y Granja Narbona - seus queijos, azeites e doces de leite






Na primeira visita da Série no Uruguai, visitei a Bodega y Granja Narbona, com seus queijos, doces de leite, iogurtes, azeites de oliva...
Assista o vídeo:


segunda-feira, novembro 20, 2017

Uruguay Hyatt Carmelo - Enoturismo




Começo hoje uma série de reportagens que gravei no Uruguai, com a ajuda da Susana Gonzales, da Brandabout e do Martin Lopez, do INAVI (Instituto Nacional de Vitivinicultura).
O país me surpreendeu pela organização da indústria do vinho e pela decisão tomada em 1987, que decretou a substituição de todos os vinhedos de variedades americanas por variedades viníferas.
Os destinos estão preparados para o enoturismo, a paisagem é maravilhosa e o uruguaio é aquele amigo que qualquer um gosta de ter.
Começo com algumas imagens do Hotel Hyatt Carmelo, onde comecei essa viagem de descobrimento.
Descobri que o terroir uruguaio não é só da Tannat. É da Pinot, da Albariño, da Cabernet Franc, da Chardonnay, de variedades italianas, de brancos, tintos, rosés...


quinta-feira, novembro 16, 2017

Enoturismo em Portugal







Portugal é um excelente destino para o enoturismo e para o turismo em geral.
O país que consome 54 litros de vinhos per capita por ano e virou moda.
As ruas estão cheias de turistas e vinícolas, hotéis e restaurantes melhoraram o atendimento e as instalações.
Separei algumas imagens.




terça-feira, novembro 14, 2017

Degustando Azeites com a oleóloga Ana Carrilho, da Herdade do Esporão.






A oleóloga Ana Carrilho é uma das maiores conhecedoras do mundo dos azeites.
Ela é a responsável pelos azeites da Herdade do Esporão.
Ela guiou essa degustação com jornalistas brasileiros.


segunda-feira, novembro 13, 2017

Cientistas encontram evidência da produção de vinho no ano 5980 antes de Cristo






O arqueólogo Stephen Batiuk, da Universidade de Toronto, David Lordkipandze, diretor do Museu Nacional Georgiano e Patrick McGovern, arqueólogo biomolecular da Universidade da Pensilvânia, são alguns dos responsáveis pelo estudo publicado na revista acadêmica Proceedings of the National Academy of Sciences.
Eles detectaram sinais químicos indicativos da bebida em fragmentos de jarros de cerâmica de cerca de 8 mil anos em dois locais diferentes que ficam a cerca de 50 quilômetros de Tbilisi, capital da Geórgia.
Antes desta descoberta, a evidencia mais antiga era na região do Cáucaso Sul, com cerâmicas das cordilheiras de Zagros, no irã, com idades entre 5400 e 5000 anos antes de Cristo.

Sala de Barricas - Herdade do Esporão






Visitei a bela sala de barricas da Herdade do Esporão na companhia do enólogo chefe da casa, o super respeitado, David Baverstock.



sexta-feira, novembro 10, 2017

Ânforas, Tanques de cimento... - Com David Baverstock do Esporão






Uma parte da vinícola da Herdade do Esporão, é cheia de ânforas de barro e tanques modernos de cimento. O enólogo David Baverstock explicou que é a adega de onde saem os vinhos premium da Herdade.



quinta-feira, novembro 09, 2017

Participei de um dia de colheita na Herdade do Esporão






O dia mais esperado de todo o ano numa vinícola é este. O dia que representa um ano todo de trabalho.
Hora de ver se as uvas amadureceram perfeitamente, hora de ver se fermentam como o esperado e principalmente, época de muito trabalho.
Acompanhei o dia da colheita na Herdade do Esporão.



terça-feira, novembro 07, 2017

Vinho com Azeite em cima - É a tradição do Alentejo com o vinho da talha






Visitei a Adega Velha, do Sr. Joaquim Bação, lugar onde se come cozido e se toma vinho feito por ele mesmo, nas ânforas antigas, seguindo a tradição alentejana.




Sr. Joaquim é um cara incrível.
Amante das poesias e dos vinhos e ponto de referência da gastronomia regional com seu famoso cozido de grãos.




Ele me conta como produz o vinho, quanto usa de uvas e como o azeite protege da oxidação.
O restaurante que já recebeu chefe de estado, secretário geral da ONU e personalidades portuguesas e mundiais, fica na pequena vila de Mourão, distrito de Évora.
Assista o vídeo:



sexta-feira, novembro 03, 2017

Pisar as uvas deixa sujeira no vinho?





O microbiólogo e enólogo José Luís Moreira da Silva, da Quinta dos Murças, fala sobre a relação entre a pisa das uvas e a sanidade do vinho.


quarta-feira, novembro 01, 2017

Lagares de pisa e fermentação - Quinta dos Murças






O enólogo José Luiz, da Quinta dos Murças, mostra os lagares de pisa, onde são esmagadas e fermentadas as uvas de todos os rótulos da quinta.


terça-feira, outubro 31, 2017

Solo com Quartzo e Sílica e uma Delestage - Quinta dos Murças (Douro)






A Delestage é tirar o mosto já em fermentação (ou já fermentado) que está na parte de baixo do tanque e jogar por cima do chapéu (parte de cima coberta com as cascas da uva) misturando as cascas e o mosto para conseguir mais extração de cor e também favorecer o desenvolvimento e multiplicação das leveduras. O enólogo José Luiz mostra o solo com quartzo e sílica, no meio do xisto do Douro.


segunda-feira, outubro 30, 2017

A Vinha Vertical mais antiga do Douro fica na Quinta dos Murças






Conheci a vinha vertical mais antiga do Douro, na Quinta dos Murças. O enólogo José Luiz mostrou o vinhedo e explicou a diferença entre a vinha plantada paralela ao rio ou a vinha vertical.


 

 
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