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Tudo sobre o mundo do vinho!

quinta-feira, dezembro 08, 2016

La Sirène de Giscours 2011 - Segundo vinho do Château Giscours - Margaux - Bordeaux (FR)





A reputação do Château Giscours é antiga, do século 14.
Conforme mostrei aqui no Papo de Vinho, visitei as duas propriedades do Médoc, o Giscours e o Château du Tertre e provei uma safra, trouxe outras...
Esse 2011 provei aqui no Brasil, estava excelente.
No nariz, boa intensidade aromática (média+), após 6 horas de decantar.
Complexo.
Notas de cereja, cassis, amora, azeitona verde, hortelã, chocolate.
No corte 55% Cabernet Sauvignon, 40% Merlot, 5% Cabernet Franc e Petit Verdot.
Na boca seco, corpo médio+.
Equilíbrio perfeito.
Acidez média+, taninos médio+ (textura muito macia), Álcool médio, intensidade de sabor média+.
As notas de frutas repetem na boca, acompanhadas de um toque de especiarias, chocolate amargo e leve tabaco.
Persistente.
Super estruturado, deve viver muito.
Quero tomar outro, da mesma safra em 2021.
Nota: 92



Chateau du Tertre 2006 - Margaux - Bordeaux - Grand Cru Classé





É um Grand Cru da classificação de 1855.
Um Margaux.
Nesta semana mostrei em vídeo o Château Giscours e o Château du Tertre, os dois de propriedade do holandês Éric Albada Jelgersma.
Super vinho!
Cor rubi com pouco reflexo de evolução (tijolo) na borda.
No nariz boa intensidade aromática média+.
Couro, defumado, cravo, geleia de amora, pimenta preta,
boca seco, corpo medio+, taninos médio+ (macios), acidez média, intensidade de sabor médio+, álcool médio+, notas de couro, defumado, frutas negras, chocolate amargo, cacau.
Persistente.
Super bem equilibrado.
Elegante.
Nota: 93


quarta-feira, dezembro 07, 2016

O Château du Tertre é um Grand Cru Classé de Margaux em conversão biodinâmica.





O Château du Tertre é do mesmo proprietário do Château Giscours e os dois ficam bem próximos.
Quem me acompanhou foi o holandês Marc Verpaalen.
A propriedade é maravilhosa e tem belos quartos para quem pretende dormir num château rodeado de vinhedos na região vinícola mais importante do mundo.
Assista:

terça-feira, dezembro 06, 2016

O Château Giscours tem a Ferme Suzanne, antiga fazenda que virou espaço de eventos.





Seguindo a viagem pela França, continuo no Château Giscours para mostrar a Ferme Suzanne.
Era uma pequena fazenda, bem ao lado do Château, hoje é um espaço para eventos e principalmente casamentos.



segunda-feira, dezembro 05, 2016

Château Giscours - Grand Cru Classé de Margaux, é o destino de hoje. A semana vai ser boa!




A foto do mapa é pra você ter uma idéia do que vem por aí.
Essa semana tem Château Giscours (começando hoje), Château du Tertre e Château Lynch Bages.
Um passeio incrível pelo Médoc, começando em Margaux e seguindo para Pauillac.
Só Grand Cru Classé de 1855.
Vamos começar pelo maravilhoso Château Giscours:

sexta-feira, dezembro 02, 2016

Seguindo em Bordeaux, parei na Cité du Vin antes de ir ao Château Giscours




Depois de passar pela margem direita, por Entre-Deux-Mers, Sauternes e pelo Château Smith Haut-Lafitte, parei na Cité du Vin.
Segunda mostro o Château Giscours.
Vale ver a Cité du Vin:


Amanhã tem Encontro de Vinhos em Curitiba






Já é a quinta edição na cidade.
O Encontro de Vinhos chegou pela primeira vez em Curitiba pela página da feira no facebook e virou parte do calendário.
Cerca de 100 rótulos para prova e expositores de queijos especiais.
Amanhã, das 14 às 22, no Hotel Lizon - Avenida 7 de Setembro, 2246.
Ingressos com desconto pelo site: www.encontrodevinhos.com.br
Ingressos à venda também na recepção da feira.

quinta-feira, dezembro 01, 2016

Daniel Cathiard, o dono do Château Smith Haut-Lafitte e de uma rede de mais de 500 hipermercados, fala hoje no Papo de Vinho.





Daniel Cathiard foi campeão de esqui, é dono do Château Smith Haut-Lafitte, da rede de lojas Go Sport, da rede de supermercados Genty Cathiard e do maravilhoso hotel e spa Sources des Caudalies.
A visita ao Château Smith Haut-Lafitte não programava uma entrevista com ele, mas como ele andava tranquilamente pelos corredores da vinícola, resolvi tentar falar com ele.
Deu certo.
Começou me falando da magia de Bordeaux.





quarta-feira, novembro 30, 2016

Garrafa de 1878 é um dos destaques do terceiro dia no Smith Haut-Lafitte.





Na terceira parte da visita, conheci a cave particular da vinícola, conheci um pouco mais da história do Château e mostro algumas imagens do Sources de Caudalie, que reúne hotel, restaurante estrelado e spa.


terça-feira, novembro 29, 2016

O Smith Haut-Lafitte faz as barricas em casa. É show!!!






Além de ter um vinho maravilhoso, ter obras de arte por toda parte, ter o hotel, o restaurante 2 estrelas Michelin, o Spa...
O Smith Haut-Lafitte, em Pessac-Léognan (Bordeaux) faz barricas em casa...
Assista:


segunda-feira, novembro 28, 2016

O Smith Haut-Lafitte é um dos chateaux mais fantásticos de Bordeaux. Mostro a primeira parte hoje.






Depois de mostrar algumas vinícolas da margem direita, passar por Entre Deux-Mers, Sauternes e algumas imagens da cidade de Bordeaux, chegou a hora da margem esquerda.
Começando pelo maravilhoso Château Smith Haut-Lafitte.
Assista a primeira, de 4 partes.


sábado, novembro 26, 2016

Gráfico mostra a produção de vinho de cada país em 2016. Inclui o Brasil.










O gráfico é da OIV (Organização Internacional da Vinha e do Vinho).
Os números estão em milhões de hectolitros.

É fácil a vida de viticultor... Velas para esquentar os vinhedos e proteger da geada.





Trabalho manual. Colocar e acender vela por vela. Esses vinhedos ficam no Vale do Loire:


sexta-feira, novembro 25, 2016

Noite de Syrah com Felipe Toso e John Duval.




A noite era quase uma reverência à Syrah.
Os vinhos eram da importadora Cantu.
O Tara, produção da Ventisquero no deserto do Atacama e o Pangea, de Apalta, representaram o Chile.
O Supertoscano Perbruno da Azienda I Giusti & Zanza, representou a Syrah da Itália.
O The Joshua, de Stellenbosch, representou a Syrah da África do Sul.
E dois super australianos, produzidos pelo John Duval com vinhas velhas em Barrosa, representaram o que eles chama de Shiraz.
John Duval é o maior nome do vinho australiano, um super especialista na Syrah.
Eleito por 3 vezes o melhor enólogo do mundo e também é consultor da Ventisquero no Chile.
A França na minha modesta opinião, foi mal representada pelo Hermitage 2010 (jovem já cansado), com cor indo para o tijolo, do produtor Louis Bernard.
É como se fosse uma copa do mundo e a França não tivesse o direito de escalar um de seus grandes jogadores...
Além do Felipe Toso e do John Duval, as competentes Gabriela Monteleone e Gabriela Bigarelli também comentaram os vinho e as harmonizações.
Foi uma bela degustação.



Destaco o Tara 2013, que tem 34% de Merlot no corte e mostrou boa intensidade aromática, taninos macios, bela acidez e equilíbrio.
Com boa persistência e notas de frutas negras, ervas aromáticas e cravo.
Nota: 92
Preço: 350 reais

O Perbruno 2008, que é um super vinho.
Ajudou a mostrar que o Hermitage estava cansado.
Um vinho de 2008, ainda bem jovem, bem vivo.
Aroma intenso, notas de frutas negras, alcaçuz e um toque de chocolate amargo.
Persistente e equilibrado.
Nota: 92
Preço: 250 reais



E o caro Eligo 2010 da John Duval Wines.
Syrah bem típico australiano com notas de frutas mais maduras ou em compota, sensação de doçura na boca, taninos aveludados, gordo e longo.
Na boca notas de chocolate e baunilha.
Nota: 93
Preço 1250 reais.

O Pangea 2012 e o Entity Syrah 2010, também merecem destaque, são grandes (e caros) vinhos.
Em breve falo sobre eles.
Conversei com o Felipe Toso e falamos sobre a Syrah:


Imagens da cidade de Bordeaux e a incrível loja de vinhos l'Intendent.





Saindo de Barsac e Sauternes, parei em Bordeaux, antes de partir para os incríveis tintos da margem esquerda.
Semana que vem começo a mostrar o Château Smith Havt Lafitte, em Péssac-Léognan.




Assista um breve clip de Bordeaux com destaque para a loja de vinhos que é uma torre de paredes recheadas.



quinta-feira, novembro 24, 2016

Uma volta por Sauternes com Jean-Jacques Dubourdieu




Antes de seguir viagem por Bordeaux, uma volta por Sauternes com Jean-Jacques Dubourdieu.


quarta-feira, novembro 23, 2016

Marcelo Retamal em projeto autoral.



O Marcelo Retamal é enólogo da De Martino e faz vinhos maravilhosos, e pelo menos aparentemente, com total apoio dos donos da vinícola.
Mas a foto acima, num lagar, pisando uvas, mostra que a cada dia, grandes enólogos buscam o vinho ideal voltando no tempo, encontrando soluções que a viticultura e enologia moderana deixaram pra trás.



A paisagem do lugar é impressionante, fica no Valle de Elqui.
O vale é conhecido por ter o céu mais claro do hemisfério sul, por isso é um lugar cheio de observatórios astronômicos. Apesar de pouco conhecido pelos brasileiros, é um dos lugares mais visitados do Chile, principalmente por europeus.
É considerado um polo energético, com registros de aparições de discos voadores e coisas parecidas, nunca identificadas.
Fica no extremo sul do deserto de atacama, a norte de Santiago.
É nesse clima que está a bodega e os viñedos de Alcahuaz.



Na degustação dos vinhos, na Enoteca Decanter, em São Paulo, ganhamos um pedaço de pedra de quartzo e uma explicação sobre o nome dos rótulos que levam um pouco desse clima místico par a garrafa.
Os vinhos tínham uma chance muito pequena de não serem bons.
O Marcelo Retamal é um cara inquieto, que sempre busca vinhos de qualidade e diferentes dentro da medida do possível.
Ela não usa nenhum químico nos vinhedos, as uvas são pisadas em lagares, não usa leveduras que não sejam das próprias uvas, não adiciona ácido tartárico para dar acidez ao vinho e não gosta de barrica.
Para ele (e eu gosto disso) o vinho tem que ter o gosto do terroir.
Os vinhos priorizam a fruta.
Ganham uma boa acidez pela altitude dos vinhedos, que estão plantados em altitudes que variam de cerca de 1700 a cerca de 2200 metros acima do nível do mar.
São frescos, equilibrados, taninos com textura muito macia, sem madeira.
O vinho mais caro, o RHU, é o único que passa por tonéis de madeira de 2500 litros (para não marcar o vinho). É um vinho mais complexo, com a mesma elegância dos taninos e acidez vibrante.
Na entrevista com o Marcelo, mostro os rótulos.
Assista:


Nos vinhedos de Sauternes, Barsac e Sauvignon Blanc do Doisy Daëne, com o Jean-Jacques Dubourdieu






Ainda nos vinhedos de Bordeaux, o Jean-Jacques Dubourdieu me levou ao Doisy Daëne, propriedade que está com a família desde 1924.
Doisy Daëne produz Sauternes, Barsac e Sauvignon Blanc.


terça-feira, novembro 22, 2016

Entrevista exclusiva com Jean-Jacques Dubourdieu



Jean-Jacques fala dos vinhos produzidos pela família, da dificuldade na produção do Sauternes, da história de Bordeaux com os vinhos brancos, fala de um grupo de jovens produtores, chamado Bordeaux Oxygène e fala da história da família em Bordeaux.


segunda-feira, novembro 21, 2016

O Jean-Jacques Dubourdieu não usa químicos nos vinhedos onde passou a infância.



Saí de Entre-Deux-Mers e fui direto conversar com o Jean-Jacques Dubourdieu.
Ele mostrou os vinhedos onde passou a infância, falou da importância do vinho para ele e para a família.
Começo mostrando o Château Reynon em Béguey, e durante a semana mostro Barsac e Sauternes.
Assista:



domingo, novembro 20, 2016

sexta-feira, novembro 18, 2016

A Carménère no Chile, foi desvendada na Viña Carmen. Faz aniversário: 22 anos.




A importadora Mistral comemorou a data e trouxe o enólogo Adolfo Bravo.
Eu conversei com ele:

Girolate é o nome de um dos grandes vinhos do mundo. E fica na desvalorizada Entre-Deux-Mers




Depois de uma volta considerável na margem direita de Bordeaux, vamos para Entre-Deux-Mers para conhecer uma produtora que faz simplesmente, um dos grandes vinhos do mundo, numa Appellation que é pouco valorizada e conhecida apenas pelos brancos.
O Girolate é um vinho grandioso.
E o trabalho da Basaline também. Assista:


Amanhã tem Encontro de Vinhos em São José dos Campos






Será a primeira vez em São José dos Campos e com um apoio do Senac.
Vinhos de deversas regiões e países, como por exemplo: Itália, França, Alemanha, Grécia, Argentina, Chile, Brasil...
Música, food truck, espaço para entreter as crianças e o clima especial que o Encontro de Vinhos sempre carrega por onde passa.
Ingressos e mais informações no site do evento: www.encontrodevinhos.com.br
Ahhhh, hoje é o último dia para comprar ingressos com desconto no site.
No dia da feira os ingressos são vendidos no local.

quinta-feira, novembro 17, 2016

Na AOC Bordeaux Côtes de Blaye (margem direita de Bordeaux), encontre o Châteaux des Tourtes






Ontem mostrei a Citadelle de Blaye, hoje mostro um vinhedo da Côtes de Blaye.
Nas Appellations menos badaladas, estão os vinhos mais baratos. Alguns com muito boa qualidade e preços interessantes. Na AOC Bordeaux Côtes de Blaye, está o Château des Tourtes, com vinhedos bem cuidados e trabalho focado 100% na qualidade.

David Hokney é o artista que vai ilustrar o rótulo do Mouton 2014.






David Hokney é um artista contemporâneo inglês e era amigo pessoal da baronesa Philippine de Rotschild, que morreu em 2014.








Portanto o desenho que ilustra o rótulo foi feito para homenagear a amiga, que foi sem nenhuma dúvida, uma das grandes personagens da história do vinho.
Na parte de cima está escrito: In Tribute to Philippine (e uma taça vazia)
Desde 1945, os rótulos foram criados por artistas, do porte de Cocteau, Braque, Dali, Miro, Chagall, Andy Warhol, Francis Bacon, Picasso, entre outros.
Como é de costume, Hockney não recebeu pagamento em dinheiro, preferiu algumas caixas do Mouton 2014.

quarta-feira, novembro 16, 2016

Um pouco de turismo na Citadelle de Blaye, em Bordeaux.






Seguindo pela margem direita, ontem conhecemos o Château Labadie na Côtes de Bourg e amanhã é a vez da Côte de Blaye, com o Château des Tourtes.
Assista e sinta o clima da Citadelle de Blaye:



terça-feira, novembro 15, 2016

Segui pela margem direita de Bordeaux em busca do vinho bom e barato. Encontrei o Château Labadie.








Ontem mostrei o estuário do Gironde e a cidade medieval de Bourg, hoje seguimos para a Côte de Bourg, conhecer um produtor que faz um vinho muito bom numa Appellation que não está entre as mais valorizadas.
É muito fácil comprar um grande vinhos em Bordeaux, mas o preço será grande também.
Em AOC's de menos prestígio, o trabalho de encontrar um vinho excelente ou muito bom é mais difícil e o trabalho de encontrar um vinho com preço justo é muito mais fácil.
Encontrei o Château Labadie:


Top5 Encontro de Vinhos São José dos Campos - Brasil domina entre brancos e espumantes. Itália ganha entre os tintos.




Belo resultado para a Vinícola Aurora que fez dobradinha entre os espumantes, com o procedências Chardonnay em primeiro e o Aurora Pinto Bandeira em segundo.
Em terceiro ficou o Casa Perini comemorativo dos 18 anos, em quarto o argentino Obra Prima e em quinto o Perini Champenoise.




Entre os brancos outra vez a Aurora, com o Chardonnay Pinto Bandeira.
Em segundo ficou o Chardonnay fração única da Perini e em terceiro o chileno Chilcas, Sauvignon Blanc.
A bodega Família Cassone ficou com o Sauvignon Blanc em quarto e o Torrontés em quinto.



Entre os tintos deu Itália na cabeça.
O Familiae Primitivo di Manduria da a6mani, ficou em primeiro.
Em segundo ficou o Malbec da Vicentin e em terceiro outro italiano, o Mandorla Primitivo di Puglia.
Em quarto ficou o Millesime Aurora Cabernet Sauvignon e em quinto o Perini Quatro (vencedor do top5 de Ribeirão Preto).



O Encontro de Vinhos São José dos Campos, acontece no próximo sábado das 12 às 20 horas, no Senac - Rua Saigiro Nakamura, 400.
Ingressos com desconto no site: www.encontrodevinhos.com.br

segunda-feira, novembro 14, 2016

Conhecendo a margem direita de Bordeaux. No mapa tudo que você vai ver esta semana.





Vou começar mostrando Bourg, depois o Château Labadie na Côte de Bourg, o Château des Tourtes na Côte de Blaye, Blaye e o grandioso Girolate, em Entre-Deux-Mers.
Começamos com um pouco de turismo, na medieval Bourg-sur-Gironde.
Assista o passeio no barco mais emblemático do estuário do Gironde:


 
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