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sexta-feira, fevereiro 16, 2018

La Combe Bourgogne Chardonnay 2015 - Borgonha, França





O La Combe é uma boa opção para se conhecer um Chardonnay do terroir onde ele melhor se expressa, a Borgonha.
No nariz mostra boa intensidade aromática com notas de abacaxi, melão, baunilha, manteiga...
Na boca é um vinho cremoso, encorpado, com boa acidez e equilíbrio.
O sabor é intenso, com um sabor leve e agradável de nozes.
Persistência média+.
Nota: 89
Importador: Anima Vinum - https://www.animavinum.com.br/
Preço: 135 reais

quinta-feira, fevereiro 15, 2018

Brasileiro conta como virou a estrela do leilão do Hospices de Beaune.





O momento mais importante do leilão do Hospices de Beaune, é o leilão chamado Pièces des Présidents.
É o momento em que um lote especial é leiloado, por um valor bastante importante, com a intenção de usar o dinheiro para caridade
Isso acontece em todos os leilões do Hospices de Beaune.
O que aconteceu pela primeira vez, foi a presença efetiva de um brasileiro, fato que chamou a atenção da imprensa francesa.
Quem conta a história é a Ana Rita Zanier e o próprio Alaor Pereira, personagem principal dessa história.






A renda da venda das barricas do presidente foi para uma fundações de pesquisas do cérebro e sobre o Alzheimer.

quarta-feira, fevereiro 14, 2018

Brites Aguiar 2006 - Douro - Portugal





Cereja, violeta, alcaçuz, defumado, café, cacau...
Na boca é encorpado, taninos bastante finos, ótima acidez, fresco.
É um super vinho, com boa intensidade de sabor, com uma nota tostada, e com 15,5% de álcool inimagináveis, graças ao equilíbrio perfeito.
Vinho persistente e em evolução.
Deve continuar assim pelos próximos 5 anos, e vai ainda evoluir para quem gosta de vinhos mais velhos.
Nota: 94 Pontos.
Não tem importador no Brasil.

sexta-feira, fevereiro 09, 2018

Anima Vinum é Borgonha 100%, em São Paulo





A Anima Vinum só importa vinhos da Borgonha. Conversei com o dono da importadora e Alaor Pereira, na sua loja no bairro de Moema, São Paulo.



 

quinta-feira, fevereiro 08, 2018

Olhos bem fechados... A degustação que o Didu ensinou.






Ontem, na Anima Vinum, em São Paulo, provando vinhos da Borgonha, o Didu Russo propôs uma degustação diferente. Todos aprovaram...
Faça isso na sua casa.



Um super Cabernet Franc e um Tannat, foram os vinhos que mais gostei na Bracco Bosca





Não é a toa que os vinhos com a uva Tannat elaborados no Uruguai são muito valorizados.
Na viagem que fiz de uma semana, provando cerca de 200 vinhos, comprovei o altíssimo nível dos Tannat's, mas fui surpreendido por outras variedade, como a Pinot Noir e a Cabernet Franc.
Na Bracco Bosca, o Tannat Reserve 2016 é um bom exemplo do que é o tannat uruguaio.
No nariz boa intensidade de aromas com notas de amora, cereja, ervas aromáticas e violeta.
Na boca corpo de médio para encorpado.
É seco, tem quantidade considerável de taninos, mas não seca a boca. Os taninos apresentam uma textura granulada bem fina, que com a ajuda da acidez se transforma num vinho fresco, elegante e longo.
Nota: 90
Importador: https://loja.famigliavalduga.com.br/ombu-reserve-tannat-p177/
Preço: 140 reais





O Gran Ombu Reserva Cabernet Franc 2016 é um vinho de outro nível e para outro bolso.
Ultrapassa a barreira do vinho muito bom para entrar na categoria dos vinhos excelentes, e como sempre acontece com esses vinhos excelente, o preço é para poucos.
É interessante dizer que a Cabernet Franc é vinificada sozinha (sem corte com outra uva) principalmente nas AOCs Bourgueil, Saumur, Chinon, lo Vale do Loire.
Em Bordeaux está nos cortes dos grandes vinhos, principalemente na margem direita.
No Uruguai...
Não sabia que estavam tão bons.
Lembro do Viña Progresso, do Prima Dona da Antigua Bodega Stagnari, do Alto la Ballena...
Mas esse foi o que mais gostei.
No nariz cereja, cassis, amora, tabaco, leve pimentão verde...
Na boca é encorpado, tem aquela potência que não ultrapassa os limites, que mantém a elegância sempre.
Taninos muito macios, boa acidez, boa intensidade de sabor com um nota de chocolate acompanhando os aromas de fruta.
Muito boa persistência.
Um vinho jovem que deve melhorar muito com o tempo em garrafa.
Um vinho que mostra que o Uruguai vai muito além do Tannat.
Nota: 94
Preço: 526,75 no site do importador: https://loja.famigliavalduga.com.br/gran-ombu-cabernet-franc-p1550/

Quem não teve oportunidade de ver as reportagens gravadas na Bracco Bosca, pode assistir agora:







quarta-feira, fevereiro 07, 2018

A pequena vinícola e o grande pôr do sol - Bracco Bosca - Parte 3/3





Na última parte da reportagem na Bracco Bosca, Fabiana Bracco mostra sua pequena vinícola.
Na despedida teve um brinde no meio do magnífico pôr do sol.


terça-feira, fevereiro 06, 2018

Winery Braccobosca - Parte 2/3 - Os Vinhedos e a história






Fabiana Bracco mostra os vinhedos enquanto conta a história da vinícola, as variedades plantadas e o terroir.
A Braccobosca fica a 40 quilômetros de Montevidéu.



segunda-feira, fevereiro 05, 2018

Bracco Bosca - Parte 1/3 - Grafite e misticismo







Não é raro escutarmos os termos vinícola familiar, vinho com alma, vinícola boutique...
Palavras mágicas que provocam a curiosidade e são usadas e abusadas no mundo do vinho.
Na Bracco Bosca, no Uruguai, essas palavras não precisam ser ditas.
São sentidas.
A Fabiana é uma simpática poliglota que tem a história familiar na alma e carrega no coração o comprometimento de seguir em frente.
Antenada, moderna, vinhateira de respeito...



sexta-feira, fevereiro 02, 2018

Os vinhos do Pablo Fallabrino que mais gostei. Viñedo de los Vientos - Uruguay






O Pablo Fallabrino faz vinhos diferentes do que você pode esperar quando se pensa em vinhos uruguaios. Os vinhos tem realmente um forte sotaque italiano, piemontês.
O Arnéis 2016 por exemplo, tem 40% de Chardonnay, mas tem a marca da variedade branca do piemonte.
Pera, damasco fresco, notas florais e um toque mineral.
Na boca é seco, tem boa acidez, sabor cítrico, corpo médio e boa persistência.
Nota: 90





O Nebbiolo Notos 2016 tem 10% de Tannat e 90% de Nebbiolo, duas variedades que apresentam taninos firmes.
As duas variedades foram fermentadas juntas, passaram 6 meses em barricas usadas.
No nariz tem boa intensidade aromática. Cereja, amora, terra...
Na boca é seco, os taninos são finos, com textura macia, surpreendente.
Tem boa acidez, equilíbrio e sabor intenso repetindo as notas sentidas no nariz.
Persistente.
Nota: 90




Tannat Anarquia 2016 (sem sulfitos).
No nariz amora, cereja, framboesa... Notas florais e um leve toque de alcaçuz.
Na boca é seco, encorpado, tem uma sensação leve de agulha no início (como se fosse borbulhas bem finas de gás carbônico, mas quase imperceptível) que desaparece com o tempo na taça.
Taninos macios, sabor intenso frutado e final persistente.
O rótulo é super interessante. É a mão do próprio Pablo.
Nota: 89




O Catarsis 2015 tem 50% de Cabernet Sauvignon, 30% de barbera e 20% de Tannat.
No nariz é pura fruta. Vermelhas e negras.
Na boca tem taninos macios, acidez equilibrada e uma leve sensação de doçura que não deixa o vinho nem pesado e nem enjoativo.
Persistente.
Nota: 89




O Tannat 2015 vem com ervas aromáticas acompanhando as frutas negras. Amora, alecrim, hortelã.
Na boca é encorpado, tem os taninos granulados finos, sabor intenso de frutas e boa acidez.
É equilibrado e longo.
Nota: 90





O Eolo Gran Reserva 2012 foi o vinho que mais gostei.
Pra começar ele estão num ponto bom para beber.
No nariz as notas de fruta já estão acompanhados pela baunilha, café e couro (um pouco de cheiro de estábulo (Bret), que não prejudica e até dá uma certa complexidade ao vinho).
Na boca é encorpado, tem os taninos mais firmes, mas com uma acidez também mais vibrante que não deixa a boca secar.
É persistente, com o aroma dominando a boca por um bom tempo.
Nota: 91

Os vinhos do Viñedo de los Vientos são importados pela www.wine.com.br e os preços são muito bons: https://www.wine.com.br/search.ep?keyWords=Vi%C3%B1edo+de+los+vientos

Segue abaixo, a série de reportagens gravadas no Viñedo de los Vientos:



quarta-feira, janeiro 31, 2018

Pablo Fallabrino mostra Bodega do Viñedo de los Vientos e conta como tudo começou




Pablo Fallabrino é desses caras que não guarda segredos. Faz vinhos que mostram exatamente a sua filosofia.
Na última parte da entrevista, Pablo me mostrou a bodega e contou como tudo começou.
Bodega com equipamentos comprados com muito esforço, mas que não valem mais do que seus vinhedos.
Em uma frase ele definiu sua filosofia: "O que não se compra é a personalidade..."



terça-feira, janeiro 30, 2018

O solo - Viñedo de los Vientos - Parte 7






Na penúltima parte da entrevista com Pablo Fallabrino entre os Viñedos de los Vientos, ele fala sobre o solo.



segunda-feira, janeiro 29, 2018

Viñedo de los Vientos - Parte 6/8 - A Barbera do Piemonte vai bem no Uruguay






continuando o passeio pelos Viñedos de los Vientos, com o Pablo Fallabrino, ele nos falou da Barbera, mostrou os vinhedos e falou da incrível adaptação das uvas piemontesas no Uruguai.
Assista a reportagem:


sexta-feira, janeiro 26, 2018

Viñedo de los Vientos - Parte 5/8 - Nebbiolo e Arneis






Na quinta parte da conversa com o Pablo Fallabrino ele mostra os vinhedos de Nebbiolo e Arneis, fala sobre o uso de enxofre nos vinhedos e mostra a renovação de vinhas velhas.


quinta-feira, janeiro 25, 2018

Viña Una Hectarea. Um brasileiro fazendo vinhos no Chile.





Conheci o Márcio Moualla e os vinhos que ele produz no Chile.
O projeto é bastante interessante e ele mesmo conta nessa entrevista que fiz com ele.






Gostei bastante dos vinhos que provei com o Márcio, mas como é de costume, vou destacar um dos que mais gostei.
O Puro Instinto 2009 foi o meu escolhido.





Essa é a foto da "criança".
É um corte de Syrah, Cabernet Franc e Cabernet Sauvignon.
É um vinho com 9 anos que aparenta no máximo a metade.
Tem muita fruta no nariz. Cereja, ameixa...
Depois de algumas voltas na taça aparecem os aromas de especiarias, alcaçuz, grafite...
Na boca é encorpado, sabor intenso de frutas vermelhas bem maduras.
Tem os taninos com textura granulada como se fosse um pó bem fino, que desaparece logo que a acidez faz a boca salivar.
O final é longo e frutado.
O vinho é jovem mesmo tendo 9 anos.
Nota: 92



Viñedo de los Vientos - Parte 4/8 - Formigas, terroir, herbicidas...







Seguindo pela volta completa pelos vinhedos de los vientos, o Pablo Fallabrino falou sobre o uso de herbicidas, sobre o terroir uruguaio e mostrou as formigas que comem uvas.



quarta-feira, janeiro 24, 2018

Viñedo de los Vientos - Uruguay - Parte - 3/8 - A Traminer Aromático e a Cond...






Na terceira parte da volta pelos vinhedos com Pablo Fallabrino, ele fala sobre duas formas de condução dos vinhedos e sobre a Traminer Aromático.



terça-feira, janeiro 23, 2018

Viñedo de los Vientos - Uruguay - Parte 2 - Leveduras e Químicos






Na segunda parte da volta pelos vinhedos com Pablo Fallabrino, ele fala sobre herbicidas, pesticidas e leveduras.



segunda-feira, janeiro 22, 2018

Viñedo de los Vientos - Uruguay - Parte 1/8





Andei pelos vinhedos de Pablo Fallabrino, no Uruguai.
Ele me mostrou as variedades piemontesas que vinifica e me falou dos novos lotes que pretende plantar.
Serão 8 capítulos.
Assista o primeiro:


domingo, janeiro 21, 2018

Mais uma bela obra pintada com vinho pela Arianna Greco




Pintura com vinho.




sábado, janeiro 20, 2018

Morreu Paul Bocuse






Aos 92 anos, considerado o chef do século pela Instituto de Culinária da América, o grande Paul Bocuse morreu.
Ele sofria do Mal de Parkinson e morreu hoje no seu restaurante Auberge du Pont de Collonges, em Collonges-au Mont-d'Or, vilarejo perto de Lyon.
Paul foi o transformador da Nouvelle Cuisine, junto com os chefs Jean e Pierre Troisgros (pai do Claude), Michel Guérard, Roger Vergé, Alain Chapel e Paul Haeberline.
O termo Nouvelle Cuisine foi criado pelos críticos Henri Gault e Christian Millau (do Guia Gault et Millau).
Em 1959 Paul conquistou sua primeira estrela Michelin, logo chegou às 3 estrelas, que segura por mais 40 anos consecutivos.
Paul Bocuse recebeu a medalha da Legião de honra da França, das mãos do presidente Valéry Giscard d'Estaing, que emprestou o nome VGE para uma sopa de trufas, até hoje servida no restaurante.
Paul também teve uma história no Brasil, quando o Hotel Meridien Copacabana inaugurou o Le Saint Honoré e contratou o Chef como consultor.
Com ele vieram os chefs hoje radicados no Brasil, Laurent Saudeau e Claude Troisgros.
Hoje o Grupo de Bocuse tem cinco restaurantes e um concurso de gastronomia, o Bocuse d'Or.
O filho, Jérôme Bocuse é o responsável pelo grupo e já comanda os restaurantes há algum tempo,  devido aos problemas de saúde do pai.
Um gênio que foi morar no céu.







sexta-feira, janeiro 19, 2018

Tannat Reserva Amat 2011 - Bodegas Carrau - Uruguay






Quem não acredita que a Tannat pode ser a uva de um vinho extremamente elegante deve provar o Amat.
O vinho passou 18 meses em barricas francesas e americanas.
No nariz notas de cereja, pimenta, ervas aromáticas e violeta...
Na boca é encorpado, tem os taninos firmes, mas nada secante, bastante macios e bem equilibrados com a acidez.
O sabor é intenso, repetindo as notas sentidas no nariz, junto com um toque de café.
É um vinho persistente, suculento e ainda jovem.
Deve melhorar pelos próximos 10 anos.
Nota 94

Quem não acompanhou a série de entrevistas com Javier Carrau, pode assistir agora:










quinta-feira, janeiro 18, 2018

Melhor vinho uruguaio do Desorchados - Bodegas Carrau - Parte 3/3





Na última parte da entrevista com Javier Carrau, ele mostra o melhor vinho uruguaio, segundo o Guia Descorchados.


quarta-feira, janeiro 17, 2018

A Bodega Carrau está na décima geração na produção de vinhos







Na segunda parte da entrevista com Javier Carrau, ele conta a história da família que está na décima geração na produção de vinhos.
Essa história começou em outro continente.
Assista a entrevista.



terça-feira, janeiro 16, 2018

A família uruguaia pioneira no Brasil - Exclusivo com Javier Carrau - Parte 1




A família Carrau foi pioneira no Uruguai e no Brasil, com o Chateau Lacave. Atravessaram a fronteira, montaram vinícola, plantaram vinhedos, importaram mudas... Assista a primeira parte da entrevista com o Javier Carrau.


 

segunda-feira, janeiro 15, 2018

Vinhos que provei na Bodega Bouza (Uruguay)






Quem visita a Bouza, precisa provar o Albariño.
É sempre interessante provar uma variedade que saia das mais tradicionais (Chardonnay, Sauvignon Blanc) que são amplamente cultivadas em todas as partes do mundo.
No Uruguai conheci dois produtores que oferecem bons vinhos com a Albariño.
A Bouza foi a primeira.
O 2017 tem boa intensidade aromática, destacando as notas florais e e frutadas (pera).
Na boca tem a acidez típica da variedade, um frescor irresistível e um final longo, com um sabor discreto de lichia.
Nota: 90 Pontos




O Monte Vide Eu 2015, é um corte de Tannat, Merlot e Tempranillo.
No nariz a fruta aparece primeiro e com força.
Amora, ameixa... Também um toque de eucalipto.
Com um pouco mais de contato com o ar aparecem as notas que são resultado dos 9 a 12 meses de estágio em barricas francesas e americanas: baunilha, coco, torrefação...
Na boca é encorpado, tem boa quantidade de taninos, mas eles são macios, bem comportados, não secam a boca.
Tem boa acidez, sabor e equilíbrio.
É longo e jovem.
Nota: 90




O Bouza Parcela única Tannat A6, é um vinho de 2012.
Tem boa intensidade aromática. Amora, ameixa bem maduras, alcaçuz, coco...
Passou 18 meses em barricas.
Na boca é encorpado, os taninos são extremamente macios, a acidez dá frescor e não deixa que o vinho cheio de volume se torne pesado. É um vinho bem equilibrado e elegante.
O final é longo com notas de café e chocolate.
Suculento.
Nota: 93




sexta-feira, janeiro 12, 2018

Eduardo Boido - Enólogo da Bouza - Uruguay - parte 3/3






Entrevista com o enólogo da Bodega Bouza, Eduardo Boido, um dos nomes mais respeitados do vinho uruguaio.
Ele fala do terroir uruguaio e das variedades de uva, começando pela Tannat.


quinta-feira, janeiro 11, 2018

Belas imagens e pedras vermelhas na Bodega Bouza - Parte 2





A bodega Bouza é uma das referências do vinho uruguaio. O lugar é maravilhosos e é pertinho de Montevidéu. Hoje mostro imagens dos vinhedos e uma técnica interessante. O enólogo coloca pedras de cor mais clara (avermelhada), para refletir o sol e dar mais luz para os vinhedos. Assista o vídeo:




 

quarta-feira, janeiro 10, 2018

A Bouza é super preparada para receber o turista. São só 20 km de Montevidéu.







Vinhedos lindos, vinhos impecáveis, recepção exemplar e um restaurante que serve uma comida maravilhosa.
Quem vai ao Uruguai pensando em enoturismo, precisa ir na Bouza.
Começo mostrando o restaurante e até sexta mostro os vinhedos e converso com o enólogo.
Assista o vídeo:





A foto acima é do Polvo, que é uma excelente opção de entrada. Como prato principal eu sugiro o cordeiro desossado (caso tenha no dia que você for) que foi o melhor que já comi.



terça-feira, janeiro 09, 2018

O Preludio da Família Deicas. Provei o Branco e o Tinto.





O Preludio Blanco 2016 é um belíssimo Chardonnay.
No nariz as notas de mel, manteiga, flor de laranjeira e baunilha.
Na boca é encorpado, untuoso, amanteigado.
Claro que quem não gosta dos aromas que surgem pelo estágio em barrica pode não gostar desse vinho (e de uma grande parte dos Chardonnay's).
Tem boa acidez, é elegante e longo.
O sabor repete os aromas mostrados no nariz, mas surpreende pelo equilíbrio entre a fruta e as marcas da barrica.
Passou 1 ano em barricas francesas.
A fermentação foi feita por leveduras nativas, e a Viognier e a Sauvignon Gris entraram no corte, mas a Chardonnay domina.
Nota: 91
Importado pela Interfood - www.todovino.com.br
Preço: 407,90






O Preludio Barrel Select Lote Nº 92 - 2009 tem nome grande e complexidade gigante.
Complexidade que brinca com o nariz indo de um lado pro outro.
Amora, alecrim, cacau, café, tabaco...
É um corte de Merlot (52%), Tannat (23%), Cabernet Sauvignon (11%), Cabernet Franc (7%), Petit Verdot (5%) e Marselan (2%).
Passou cerca de 2 anos em barricas francesas.
Na boca é encorpado, potente, tem muitos e bons taninos, com textura granulada como se fosse uma poeira fina que tenta secar a boca, mas é impedida imediatamente pela acidez que faz salivar e deixa tudo equilibrado.
É elegante, longo.
Tem 9 anos e deve evoluir pelos próximos 5, 10 anos.
Sabe o que é potente elegante?
Alguém aí viu alguma luta do Muhamed Ali?
Nota 93
Importador: Interfood - www.todovino.com.br
Preço: 407,90



 
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