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quarta-feira, janeiro 16, 2013

A revolucionária invenção das garrafas para vinho

 

Foram os romanos que desenvolveram o vidro moldado no sopro. Antes disso, vários ensaios de garrafas para o vinho já existiam, como na foto acima.
Quem já foi na Ilha de Murano, ao lado de Veneza, sabe bem do que estou falando.

Mas, até o final do século 17, as garrafas eram caras e raramente eram utilizadas para o vinho.
Foi graças aos ingleses, no século 18, com a invenção do forno a carbono, que a garrafa se tornou mais sólida, mais espessa e mais barata.
Sir Kenelm Digby é considerado o inventor da garrafa.

Eram garrafas de vidro fumê, com espessura reforçada no gargalo para que a rolha fosse colocada com um martelo.
Na época, os ingleses importavam uma grande quantidade de tonéis de 900 litros diretamente de Bordeaux.
Assim, ficou muito mais fácil distribuir o vinho em garrafas de 750 ml, média de consumação de um homem, lembrando que os vinhos, na época, tinham em média de 7 a 9 % de álcool, dependendo da safra.
Logo veio a percepção de que o vinho envelhecia muito melhor e durava muito mais tempo nas garrafas de vidro.
A noção de envelhecimento do vinho foi outra, desde a invenção da garrafa.
A cor das garrafas na época eram quase negras, pela presença de mais ferro na fabricação.
Hoje as garrafas são esverdeadas para proteger melhor os vinhos dos raios ultra violetas, que prejudicam a conservação.

Garrafas transparentes, são usadas hoje em dia, para vinhos rosés e licorosos, para que o consumidor aprecie melhor a bela cor dos vinhos.
Na França, o vinho engarrafado, se popularizou no final do século 18, primeiro na Champagne, depois no resto do país.

1 comentários:

Jane disse...

Legal... cultura 100%
:)

 
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